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	<title>Detonado &#187; Análise XBox</title>
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		<title>Análise XBOX: FlatOut 2</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 01:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a análise desse jogo incrível e veja até que ponto pode ficar o estado do seu carro de tanto bater. Meio simulador. Meio arcade. Caos total &#8220;FlatOut 2&#8243; é um jogo de corrida com controles e simulação de física que até se assemelha aos games de simulador, mas tudo isso é usado também para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/flatout249.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-585" title="flatout249" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/flatout249-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Confira a análise desse jogo incrível e veja até que ponto pode ficar o estado do seu carro de tanto bater.<br />
<span id="more-584"></span></p>
<p>Meio simulador. Meio arcade. Caos total</p>
<p>&#8220;FlatOut 2&#8243; é um jogo de corrida com controles e simulação de física que até se assemelha aos games de simulador, mas tudo isso é usado também para tornar as batidas e as destruições mais realistas. Ou seja, um verdadeiro caos. A diversão ainda está nos bons projetos das pistas, que trazem muitos objetos destrutíveis &#8211; uma quantidade quase absurda para os consoles que estão para se despedir &#8211; e rotas alternativas, além de minigames insanos.</p>
<p>A modalidade principal do game é o modo de carreira, em que o jogador competirá em três classes distintas, ascendentes no nível de dificuldade: Derby, Race e Street. Cada categoria aceita apenas carros específicos para cada uma das classes, sendo que os modelos da Derby são as mais econômicas.</p>
<p>Por ser a mais fácil, é recomendável começar pela Derby, até mesmo pelo fato de &#8220;FlatOut 2&#8243; não ser exatamente um jogo fácil, apesar de as primeiras competições sugerirem o contrário. Logo nas primeiras corridas, o jogador verá que aquele visual sólido do antecessor está de volta.</p>
<p>Os controles podem ser considerados um meio termo entre o arcade e a simulação. Estão lá a física que faz derrapar os carros e não permite que as curvas sejam feitas a 200 km/h, mas também não precisa diminuir para a segunda marcha. Definitivamente, a velocidade de &#8220;BurnOut&#8221; é muito mais insana, mas &#8220;FlatOut&#8221; diverte pela destruição mais realista, com os acidentes de mais impacto. Apesar de divertidíssimo, em &#8220;BurnOut&#8221;, os carros parecem de papel. Não que &#8220;FlatOut 2&#8243; seja um game lento. Ao contrário, em categorias mais velozes, a sensação de velocidade é excelente, e até potencializada pelo lado simulador do game.</p>
<p>Subindo pelos escombros</p>
<p>A ascensão no modo de carreira se dá com as vitórias nas corridas, é claro, de preferência com o troféu de primeiro lugar, mas isso não é muito fácil depois de algum tempo. À medida que consegue chegar pelo menos em terceiro lugar nas provas, abrem-se novas etapas, geralmente, mais difíceis. E não são apenas eventos de corrida, mas vários tipos de eventos, que incluem os famosos minigames malucos e modalidades de combate veicular.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o jogador ganha dinheiro, o que permite comprar novos carros ou melhorar os que já tem. Assim, você pode ter mais vantagens na categoria em que está ou obter um carro para subir de classe, indo para a Race ou Street, que tem carros mais caros, mas os prêmios são proporcionalmente maiores &#8211; e a dificuldade também.</p>
<p>A quantidade de carros não é muito grande &#8211; 17, incluindo todas as categorias &#8211; mas há diferenças bastante marcante entre os modelos. Os veículos com tração traseira (RWD), por exemplo, deslizam mais os pneus de trás que os modelos de tração dianteira (FWD) ou nas quatro rodas (4WD). Cada um deles tem vantagens e desvantagens e resta descobrir o modelo que melhor se encaixa ao estilo de pilotagem do jogador. O mesmo espírito está no sistema de &#8220;upgrades&#8221;, que é simples, mas o efeito das modificações costuma ficar claro nas pistas.</p>
<p>Para se dar bem, o jogador precisará explorar todos os recursos que o game oferece. Para começar, o primordial: trata-se de um jogo de corrida, então, a habilidade ao volante e o conhecimento da pista é essencial. Mas, mais que saber o traçado básico, fique atento a alguns caminhos alternativos, que podem ser atalhos ou fornecer alguma outra vantagem.</p>
<p>Como por exemplo, rampas que cortam um pouco do caminho e, mais importante, enche a barra de nitro. É mais ou menos o mesmo esquema de vários games de corrida: fazer manobras arriscadas para ganhar esse aumento temporário na velocidade. Destruir os inúmeros objetos no cenário também ajuda a acumular nitro.</p>
<p>Sangue nos olhos</p>
<p>Mas talvez um dos pontos mais importantes seja tirar os inimigos de circulação, temporariamente ou, às vezes, até mesmo definitivamente, pelo menos enquanto durar a prova. Isso se faz de várias maneiras. Uma das mais simples é embicando na traseira e isso faz o oponente perder o controle. Com sorte ele pode bater em outros obstáculos e até mesmo em outros competidores.</p>
<p>Você também pode empurrar, pelos lados, e guiar o inimigo para colidir com uma árvore, por exemplo. Com vários &#8220;golpes&#8221; como este, você poderá acabar com toda energia do inimigo, mas isso é um tanto raro de acontecer. Seja você ou o inimigo, ao colidir contra, por exemplo, um prédio, em alta velocidade, o piloto é arremessado para fora do carro.</p>
<p>Mas é preciso tomar muito cuidado, pois os inimigos usam das mesmas artimanhas. A inteligência artificial não está tão maligna como na edição anterior, mas eles continuam não sendo flor que se cheire. Além de tudo, costumam ser bons pilotos, e alguns erros por parte do jogador será o adeus para as primeiras colocações. Felizmente, para evitar frustrações maiores, com um toque de botão o jogador poderá voltar para a pista toda vez que estiver numa situação difícil, com ficar embicado numa árvore.</p>
<p>Festival de insanidades motorizadas</p>
<p>Além dessas corridas malucas, há outras provas igualmente insanas. Um deles é o Derby &#8211; sim, também é o nome da classe mais fácil das corridas -, que, no melhor estilo &#8220;Destruction Derby&#8221;, coloca as máquinas num bate-bate com carros de verdade. Vence obviamente quem ficar inteiro &#8211; ou quase &#8211; até o fim.</p>
<p>O outro é o Event, corridas em pistas especiais ainda mais amalucadas que as &#8220;normais&#8221;, como uma que tem o formato de um número 8 ou que trazem inclinações absurdas, quase um quarter-pipe como se vê em pistas para skate.</p>
<p>Por fim, estão os Stunts, que são minigames doidos. Isso já tinha no antecessor, mas há muito mais modalidades agora. Os Stunts consistem em acelerar o carro o máximo que puder, bater num obstáculo e arremessar o piloto pelo pára-brisa. Essa mecânica é usada em competições de &#8220;salto&#8221; em altura, boliche, arremesso de &#8220;dardo&#8221; e passagens por anéis de fogo. Em todos os casos, o segredo está no ângulo de lançamento do piloto.</p>
<p>No modo de carreira, tudo isso precisa ser liberado, mas há opções no menu que permite jogar todas essas provas, com todos os carros disponíveis. Em geral, as provas são divertidas, mas carecem de durabilidade. No final das contas, as corridas principais são as maiores atrações do game.</p>
<p>O game também tem uma modalidade multiplayer, para até oito pessoas (seis no PlayStation 2). O desempenho é bom; os atrasos de conexão não chegam a atrapalhar. Se contra o computador tudo já é um caos, a tendência para as corridas multiplayer é ter ainda mais batidas. E isso é muito divertido.</p>
<p>Ferro retorcido digital</p>
<p>O visual do game é de alta qualidade. Os carros dão impressão de serem sólidos e pesados, ajudados pela simulação de física do game. Todas as batidas parecem reais e algumas poderiam dar filmes de Hollywood. Uma sonoplastia convincente também ajuda a dar impacto nos bate-bate.</p>
<p>O sistema de danos também é muito bom. Cada carro pode ser despedaçar em diversos pontos, mas não alteram o desempenho. São amassados em vários pontos da carroceria, portas e capôs arrancados, e por aí vai. Os cenários são muito bonitos e altamente detalhados, com muitas casas, árvores e vários tipos de vegetação.</p>
<p>Mas o que mais impressiona é a quantidade de objetos destrutíveis ou interativos. Quase tudo no cenário sofre com a ação dos carros, como cercas, portões, postes, barris, caixotes, tratores e até mesmo um avião monomotor. E muito dos destroços são permanentes, ficando na pista quando o jogador retornar na volta seguinte.</p>
<p>Assim como o jogo de tiro &#8220;Black&#8221;, tem os cenários mais destrutíveis da atual geração e se nivela até mesmo alguns jogos para Xbox 360, como &#8220;Full Auto&#8221;. Mesmo com tantos objetos interativos na tela, a &#8220;engine&#8221;, conjunto de tecnologia que cuida dos gráficos e da física, não dá nenhum sinal de lentidão. &#8220;FlatOut 2&#8243; é velocidade do começo ao fim. Final do ciclo de vida de consoles geralmente rendem alguns espetáculos tecnológicos.</p>
<p>A trilha sonora do game é licenciada e conta tanto com bandas famosas, como Megadeth (&#8220;Symphony of Destruction&#8221;), Audioslave (&#8220;Man or Animal&#8221; e &#8220;Your Time Has Come&#8221;) e Rob Zombie (&#8220;Feel So Numb&#8221; e &#8220;Demon Speeding&#8221;), além de grupos relativamente novos, como The Chelsea Smiles (&#8220;Nowehere Ride&#8221;) e Fall Out Boy (&#8220;7 Minutes in Heaven&#8221;). São todas músicas pesadas, que combinam com o caos das corridas. O som dos motores e das batidas completa o clima cheio de adrenalina.</p>
<p>Tíquete para a destruição</p>
<p>&#8220;FlatOut 2&#8243; obtém sucesso com uma mistura bem dosada entre o simulador e a destruição desenfreada como a de &#8220;BurnOut&#8221;. Assim, as batidas ficam mais reais e o caos criado é o gatilho para a diversão. Com modalidades variadas e um multiplayer forte, o título é um dos games de corrida mais empolgantes da atual geração. Mas a entrada nesse parque de diversões exige que o jogador tenha um bom grau de habilidade.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise XBOX: Panzer Dragoon Orta</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 13:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a análise de mais um clássico desse console. O último jogo da série &#8220;Panzer Dragoon&#8221; foi lançado em 1998 &#8211; e além de ser diferente em estilo em relação aos seus antecessores, ele foi lançado em uma tiragem desprezível nos EUA. Mas apesar do Team Andromeda, responsável pelos três games anteriores, não estar mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/panzer90.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-576" title="panzer90" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/panzer90-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Confira a análise de mais um clássico desse console.<br />
<span id="more-575"></span><br />
O último jogo da série &#8220;Panzer Dragoon&#8221; foi lançado em 1998 &#8211; e além de ser diferente em estilo em relação aos seus antecessores, ele foi lançado em uma tiragem desprezível nos EUA. Mas apesar do Team Andromeda, responsável pelos três games anteriores, não estar mais na Sega, a Smilebit levou a série de volta aos seus primórdios com uma nova aventura para o Xbox.</p>
<p>&#8220;Panzer Dragoon Orta&#8221; conta a história de Orta, uma garota que passou toda sua vida na prisão. Um dia, monstros criados através de engenharia genética pelo Império aparecem para caçá-la&#8230; mas ela é salva por um dragão misterioso. Agora, carregando uma pistola antiga e usando os poderes de seu companheiro alado, ela deve explorar o mundo e descobrir a verdade sobre sua origem.</p>
<p>Mas além da dessa jornada de auto-descoberta da protagonista, o jogo também reverte aos áureos tempos da Sega produtora de arcades: &#8220;Panzer Dragoon Saga&#8221; lembra muito clássicos como &#8220;After Burner&#8221;, &#8220;Space Harrier&#8221; e os dois primeiros &#8220;Panzer Dragoon&#8221;. Você deve voar em meio aos incontáveis inimigos, escapando de disparos, destruindo mísseis antes de ser atingido, matando centenas de soldados e enfrentando gigantescos chefes &#8211; como sempre, as chances estão contra você o tempo inteiro.</p>
<p>Três dragões, três estilos</p>
<p>A mecânica do jogo é simplesmente brilhante, oferecendo três configurações para o dragão: na convencional, ele pode trancar sua mira em vários inimigos, atirar normalmente e usar uma manobra acelerada duas vezes. Na configuração ofensiva, a mira tranca em um número menor de oponentes, ele não pode usar a manobra de aceleração, mas seus disparos são mais potentes. Finalmente, na configuração rápida, ele não pode travar a mira &#8211; mas o tiro convencional mira automaticamente, e a manobra de aceleração pode ser usada três vezes. Leve em conta que somente o tiro convencional pode destruir os projéteis que ferem você, e que cada uma das três formas evoluem ao adquirir um determinado item, e o resultado é um sistema que é funcional e imprescindível para sua sobrevivência.</p>
<p>Saber escolher o melhor dragão para cada situação, assim como administrar suas evoluções (sendo que o item necessário aparece em quantidades limitadas) adiciona certa estratégia ao jogo&#8230; já que reflexos precisos e decisões rápidos são necessárias devido à natureza ágil do game. Felizmente, essa parte mais intelectual não atrapalha de maneira nenhuma a adrenalina do game: durante o punhado de horas necessário para vencer o game você passará por alguns dos mais frenéticos tiroteios já vistos na TV.</p>
<p>Mundo fantástico</p>
<p>A viagem de Orta a levará por um fantástico planeta, habitado por criaturas das mais diferentes, com paisagens exóticas e uma cultura única &#8211; contando até com uma língua fictícia. E se o design já impressiona, a execução é ainda mais incrível: cada cachoeira distorce a imagem de maneira realista, as trilhas de fumaça parecem de verdade, e cada rochedo traz uma textura que quase faz você sentir seu relevo. Orta passará por desertos de cinza, planícies nevadas, lagos poluídos e até pelo cyber-espaço &#8211; cada um com um visual único.</p>
<p>Mas se as 10 fases não fossem suficientes, &#8220;Panzer Dragoon Orta&#8221; ainda traz uma caixa de Pandora (palavras do jogo) repleta de surpresas. Além de oferecer cenários que colocam você controlando outros personagens em outras situações e com outros veículos, existe ainda a opção de criar missões próprias (usando até dragões e personagens de games anteriores). E se bater uma nostalgia, você pode até destravar uma versão integral do primeiro &#8220;Panzer Dragoon&#8221;.</p>
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		<title>Análise XBOX: Soul Calibur 2</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 01:33:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confira a análise do jogo que marcou época no XBox. Quando a Sega fez a estréia do Dreamcast, um game se ressaltou em meio aos títulos do console: o jogo de luta exclusivo da Namco, &#8220;Soul Calibur&#8221;. Além de impressionar com os gráficos elaborados e uma grande gama de opções, somados a um sistema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/soulcaliburxb31.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-573" title="soulcaliburxb31" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/soulcaliburxb31-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Confira a análise do jogo que marcou época no XBox.<br />
<span id="more-572"></span><br />
Quando a Sega fez a estréia do Dreamcast, um game se ressaltou em meio aos títulos do console: o jogo de luta exclusivo da Namco, &#8220;Soul Calibur&#8221;. Além de impressionar com os gráficos elaborados e uma grande gama de opções, somados a um sistema de controle excelente e jogabilidade da mais alta qualidade, o game colecionou um dos maiores históricos de notas em avaliações de sites e revistas de todos os tempos.</p>
<p>Mas o Dreamcast morreu, e a nova geração de &#8220;Soul Calibur&#8221; chegou aos novos consoles, mais poderosos que o último suspiro de hardware da Sega. A continuação não é tão revolucionária quanto o anterior, mas não desaponta em nenhum aspecto. Mais uma vez um grupo de lutadores equipados de armas brancas se enfrentam na busca das duas espadas místicas que podem mudar o destino da Humanidade: a Soul Edge e a Soul Calibur.</p>
<p>A nova geração</p>
<p>Jogadores terão à sua disposição uma generosa escolha de 20 personagens (além de três extras) que lutam com diferentes armas e estilos. Sejam nunchakus, cimitarras, sabres, bos, alabardas ou até mesmo uma espada-chicote, as armas definem o estilo de luta de cada um desses competidores. É interessante notar que os golpes diferenciam bastante cada um deles, permitindo diferentes estratégias para cada escolha. Vale ressaltar que apesar de boa parte da seleção ser de veteranos da série, eles definitivamente chegam sem fazer o game parecer um repeteco do game para Dreamcast.</p>
<p>O sistema de luta é inteligente, funcional e profundo, mas mesmo assim extremamente intuitivo. Além dos golpes mais elaborados cada um dos lutadores conta com um golpe básico horizontal e vertical, um chute rápido, agarrões e defesas &#8211; além da clássica Soul Charge, uma carga que imobiliza o personagem mas garante maior força no próximo golpe. Como os personagens podem se mover livremente pela arena, os golpes horizontais cobrem mais espaço, mas podem perdem para os golpes verticais. Os chutes não causam tanto dano, mas são uma ótima maneira de revidar rapidamente. As defesas precisam ser coordenadas com o tipo de ataque recebido, e em um caso especial podem até causar dano. O resultado dessa mecânica são lutas que exigem treino, coordenação e estratégia, mas que ao ser assistidas podem ser tão divertidas quanto um bom filme de capa e espada.</p>
<p>Temos que pegar!</p>
<p>Além dos tradicionais Arcade e Versus, &#8220;Soul Calibur 2&#8243; resgata a opção single-player de campanha de seu predecessor no Weapon Master. Um mapa traz dezenas de missões com objetivos e regras especiais (inimigos que recuperam energia, paredes explosivas, só alguns golpes machucam&#8230; a lista é extensa) que recompensam o jogador com dinheiro. As finanças podem ser usadas para destravar novas armas com capacidades especiais (melhor defesa, recuperação de energia, transmitir dano defendido, perder equilíbrio etc), novas roupas para os personagens e até mesmo galerias de arte. Apesar de não ser exageradamente extenso em suas missões, recolher os fundos necessários para destravar as duas centenas de armas tomará um bom tempo de qualquer jogador.</p>
<p>A apresentação do game é extremamente competente, aliando excelentes modelos de personagens com uma bela execução visual e aural. Infelizmente, as arenas de combate parecem bastante simples e decepcionam por excessiva simplicidade &#8211; apesar de totalmente 3D, muitos fundos parecem exageradamente planos e sem graça. Mesmo quando um personagem escapa do tablado e cai na água o jogo mal representa o ocorrido. As dublagens em inglês, para quem fala o idioma, também podem parecer um pouco ridículas, mas isso não é exatamente uma exclusividade &#8220;Soul Calibur 2&#8243; nos jogos de luta.</p>
<p>Tríplice afiada</p>
<p>As três versões do game são bastante parecidas. O Xbox traz texturas um pouco mais limpas, mas apresenta alguns engasgos na taxa de quadros principalmente no último chefe, além de ser o único com suporte ao modo 720p para quem conta com TVs de alta definição e Dolby Digital 5.1. Tanto o PlayStation 2 quanto o GameCube suportam, porém, Progressive Scan, tela com formato de cinema e Surround, não decepcionando aqueles com sistemas milionários de áudio e vídeo.</p>
<p>A grande diferença entre os três, porém, está nos personagens exclusivos: o GameCube conta com Link de &#8220;Zelda&#8221;, o PlayStation 2 com Heihachi de &#8220;Tekken&#8221; e o Xbox com o guerreiro infernal Spawn do HQ de Todd McFarlane. Os três personagens contam com o mesmo número de armas a serem conquistadas na campanha para um jogador, mas escolher o melhor é uma questão de gosto.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise XBOX:Project Gotham Racing</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 13:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a análise desse jogaço de corrida do XBOX. Project Gotham Racing é dividido em três modos de jogo. Seu Quick Race é como um amistoso nos jogos de futebol: um modo arcade onde você escolhe uma das quatro pistas de cada uma das quatro dificuldades e disputa uma corrida normalmente. O Arcade é parecido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/gotham94.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-570" title="gotham94" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/gotham94-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Confira a análise desse jogaço de corrida do XBOX.<br />
<span id="more-569"></span><br />
Project Gotham Racing é dividido em três modos de jogo. Seu Quick Race é como um amistoso nos jogos de futebol: um modo arcade onde você escolhe uma das quatro pistas de cada uma das quatro dificuldades e disputa uma corrida normalmente. O Arcade é parecido com o Quick Race, mas conta com 16 desafios. Mas talvez a parte mais divertida do jogo seja o Kudos Challenge.</p>
<p>A grande diferença de Project Gotham Racing é que seu maior objetivo é executar corridas elegantes. Derrapadas bem-feitas, cavalos de pau, ultrapassagens bonitas e outras exibições de perícia no volante valem pontos para o motorista. Esses pontos são acumulados e somados com bônus pela sua colocação e recordes de tempo nos três modos, e servem para destravar os segredos do jogo. Gotham praticamente exige que você seja um bom motorista, e apesar de começar fácil, suas últimas fases são realmente exigentes.</p>
<p>Os eventos do Kudos Challenge incluem dasafios em que você deve manobrar cuidadosamente entre cones, ultrapassar um número determinado de carros, vençer corridas ou até mesmo completar voltas em um determinado tempo (entre outros). Apesar de lembrar os testes de direção de Gran Turismo, eles são bem mais divertidos e variados.</p>
<p>Gotham traz MUITA coisa para ser destravada. Você ganhará 29 carros, novos designs de placa (que pode ser personalizada com o texto que você quiser), capacetes para seu motorista, novas cores para os automóveis, um total de 204 pistas&#8230; opções não faltam. As pistas são menores e mais simples que as de Gran Turismo, mas são perfeitas para o estilo proposto do game. E como recriam locais verdadeiros de Tóquio, Nova York, San Francisco e Londres, é bem interessante ver os locais de cada pista.</p>
<p>Os carros são mais pesadões que os de Gran Turismo, e perfeito para o tipo de acrobacia sugerida pelo jogo. É quase como se o pessoal da Bizarre secretamente quisesse colocar um pouco de Tony Hawk no game. Cada veículo é bastante diferenciado, e os botões L e R do Xbox ajudam bastante na aceleração e breque, uma vez que os botões sensíveis do PS2 não são exatamente a melhor opção disponível.</p>
<p>Antes que alguém pergunte: não, Project Gotham não é mais bonito que Gran Turismo. Sim, ele tem alguns detalhes interessantes (você pode ver reflexos nos retrovisores na visão externa), mas principalmente os cenários que, apesar de contar com mais objetos, tem um nível de detalhe que se esperaria de um Dreamcast. Não que você vai prestar muita atenção quando estiver passando a 200Km/h, mas eles certamente não enganam como os de GT3.</p>
<p>Os efeitos sonoros são competentes, mas também não são tão exageradamente realistas como os do jogo da Polyphony. Em compensação a trilha sonora é excelente, trazendo bandas como Gorillaz e Chemical Brothers&#8230; e o que é melhor: você pode gravar trilhas de seus CDs no HD do Xbox e programá-las na playlist do jogo. Para complementar, cada uma das quatro cidades conta com seu DJ que apresenta as músicas do game, simulando uma rádio verdadeira (como visto em Grand Theft Auto 3).</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise XBOX: Splinter Cell: Double Agent</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 12:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a análise desse jogão de XBOX A famosa série &#8220;Metal Gear Solid&#8221; se auto-intitula com o pomposo rótulo de &#8220;tactical espionage action&#8221;, mas, para muitos, essa definição cabe muito melhor em &#8220;Splinter Cell&#8221;, franquia que iniciou sua carreira em 2002 e apresentou um dos personagens mais notáveis dos videogames: Sam Fisher, um homem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/splintercell421.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-582" title="splintercell421" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/splintercell421-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a></p>
<p>Confira a análise desse jogão de XBOX<br />
<span id="more-581"></span><br />
A famosa série &#8220;Metal Gear Solid&#8221; se auto-intitula com o pomposo rótulo de &#8220;tactical espionage action&#8221;, mas, para muitos, essa definição cabe muito melhor em &#8220;Splinter Cell&#8221;, franquia que iniciou sua carreira em 2002 e apresentou um dos personagens mais notáveis dos videogames: Sam Fisher, um homem que é a encarnação de seu próprio trabalho de agente secreto nas missões mais perigosas do mundo.</p>
<p>Tendo o nome e os conhecimentos de Tom Clancy, autor de roteiros de &#8220;Caçada ao Outubro Vermelho&#8221;, &#8220;Jogos Patrióticos&#8221;, &#8220;Perigo Real e Imediato&#8221; e &#8220;A Soma de Todos os Medos&#8221;, a série de destaca pelo detalhismo de como é descrito o mundo da alta espionagem. Se é real ou não, é impossível de dizer, pois se trata de um território às quais poucos têm acesso.</p>
<p>Apesar de ter um escritor famoso por trás da série, a história não era exatamente o forte do game. Mas agora, além de ter uma premissa interessante, o roteiro está muito mais inspirado. Como jogo, o game mantém as mesmas características dos antecessores, uma fórmula já testada e aprovada, mas tem fases e um esquema de missões melhor.</p>
<p>Os dois lados da moeda</p>
<p>&#8220;Splinter Cell: Double Agent&#8221; é um jogo de ação com exploração, baseado em objetivos, que podem ser cumpridos de várias maneiras. Como um espião, a forma &#8220;certa&#8221; de conduzir o protagonista é de modo sorrateiro, roubando segredos e tirando os inimigos de circulação sem que ninguém perceba, mas esta edição está mais condescendente com o uso da força letal.</p>
<p>Como dito, o enredo foi uma das partes mais beneficiadas no game. Esqueça o maniqueísmo dos antecessores, com divisão clara entre heróis e vilões. Como diz o subtítulo desse quarto &#8220;Splinter Cell&#8221;, agora ele trabalha para duas organizações ao mesmo tempo. E a conseqüência disso é que não se pode agradar a gregos e troianos, e dessa incompatibilidade surgem alguns dos dilemas do personagem, e, por extensão, do jogador. Por exemplo, numa determinada missão, os terroristas ordenam que Fisher mande pelos ares um transatlântico com uma arma nuclear, uma situação em que a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) sequer imagina. É razoável sacrificar centenas de vidas para desbaratar terroristas que podem fazer ações muito piores no futuro? Durma com um barulho desses.</p>
<p>O agente terrorista</p>
<p>Essa nova &#8220;fase&#8221; da carreira do espião começa com uma missão em que um novato acaba perdendo a vida. Como se não bastasse, ainda recebe a notícia que sua filha havia sido morta num atropelamento. O agente cai em depressão e é afastado de suas atividades. Meses depois, seu chefe Lambert lhe oferece uma missão NOC (disfarce não-oficial), que opera à margem da CIA e da própria NSA, com o intuito de se infiltrar numa organização terrorista chamada John Brown&#8217;s Army (JBA), que detém uma poderosa arma chamada Red Mercury.</p>
<p>Sam, então, é transformado num assaltante de bancos e homicida em série, e, por conta disso, acaba sendo preso e tem seu primeiro contato com a JBA, através de Jamie Washington. Os dois planejam uma rebelião e conseguem sair da prisão. Washingotn morde a isca e convida o &#8220;criminoso&#8221; Sam a se juntar aos quadros da organização.</p>
<p>Essas são as introduções de &#8220;Double Agent&#8221;, contada nas duas fases iniciais, que é mais ou menos uma prévia superficial do que se encontra no restante do game. Esses estágios servem como treino, já que, além dos controles serem um tanto complicados, você também pode treinar sua capacidade e observação, tanto do comportamento dos inimigos ou da estrutura dos cenários, que oferecem inúmeras possibilidades para chegar ao destino.</p>
<p>A explicação dos controles, o chamado tutorial, é uma opção separada, contada como se fosse uma sessão de hipnotismo. São dois cursos. O primeiro trata sobre como lidar com as armadilhas, como holofotes, câmera de vigilância e sensores de laser. No segundo, entram em cena os obstáculos humanos.</p>
<p>Ninja moderno</p>
<p>Os comandos e a sensação de controlar Sam Fisher são similares aos de outros games da série. Ou seja, quem já está acostumado com algum dos antecessores, não deverá ter nenhuma dificuldade em realizar as diversas ações do personagem, que tem aquele jeitão meio lento e pesado de sempre. O game usa todos os botões, e alguns deles podem possuir mais de uma função.</p>
<p>Na maioria das vezes, você anda agachado, para não fazer muito barulho. Sam ainda pode grudar as costas numa parede ou outro obstáculo e andar colado neles. Além disso, pode escalar escadas, muros e canos; percorrer plataformas estreitas, em pé ou dependurado; usar cordas e fios; fazer rapel; quebrar a segurança de diversos tipos de dispositivos, de portas a computadores. O agente é capaz de acionar golpes corpo-a-corpo ou seus equipamentos de alta tecnologia em quase todas as situações, seja encostado numa parede ou dependurado em algum lugar, e até mesmo suspenso num corredor estreito, como um ninja moderno.</p>
<p>A quebra de segurança, como a liberação de cadeados e o acesso a computadores protegidos por senhas, é feita por minigames, como sempre. As armas básicas do herói continuam as mesmas. A primeira é a pistola, que, além de um silenciador possui um dispositivo que desabilita equipamentos eletrônicos. A segunda é a espingarda multiuso SC-20K, que combina metralhadora e rifle de precisão, e também é capaz de usar vários tipos de &#8220;munição&#8221; especial, como uma que dá choques não-letais no alvo e o airfoil, outro tiro que não mata, mas faz desmaiar os inimigos, caso acerte na cabeça. Essa munição é recuperável, e pode ser reutilizada várias vezes. A arma também pode atirar uma câmera, quem também serve para atacar quem estiver por perto.</p>
<p>Além disso, há várias espécies de granadas e outros equipamentos, como uma arma que solta um tiro que emite ruído, com o propósito de distrair os oponentes. Novas bugigangas tecnológicas (e o melhoramentos de algumas existentes) são liberadas ao fazer determinadas missões do game, marcadas com uma estrela.</p>
<p>Pago para ser um fantasma</p>
<p>Agora não existe mais o medidor de luz e de som vistos no antecessor &#8220;Chaos Theory&#8221;. Desta vez, seu nível de &#8220;invisibilidade&#8221; é indicado por uma luz trifásica: a verde significa que o personagem está bem escondido, a amarela indica que você pode ser percebido pelos inimigos mesmo de longe e a vermelha sinaliza que os inimigos avistaram Sam e entraram em modo de perseguição. A grande diferença é que, agora, há fases no meio de uma geleira ou em Kinshasa, capital do Congo, em plena luz do dia, o que significa que o jogador não poderá contar com a escuridão para lhe auxiliar.</p>
<p>A inteligência artificial mescla bons e maus momentos. Ao sinal de qualquer suspeita, eles vão investigar o local usando lanternas o que significa que você será descoberto se estiver no mesmo lugar. Às vezes, eles vêm em dupla, e, como conseqüência, é praticamente impossível se livrar deles sem ser descoberto. Por outro lado, os oponentes podem passar muito perto de você sem que percebam algo de estranho; só quando eles trombam com o protagonista. Numa ocasião, Sam estava dependurando no banheiro, com as luzes apagadas, quando dois vigias apareceram ao mesmo tempo. Um deles não foi capaz de perceber que o outro estava sendo estrangulado bem ao lado.</p>
<p>O nível de dificuldade define a resistência do personagem e o tamanho da penalidade quando se falha numa missão. Desta vez, não há barra de energia. O jogador perde a vida quando toma muitos tiros seguidamente, mas se recupera totalmente depois de ficar um tempo sem sofrer danos. Quanto maior a dificuldade, menos tiros Sam agüenta. Além disso, no nível mais difícil, o personagem começa a fase sem uma bala sequer, tendo que aplicar golpes corpo-a-corpo até conseguir munição explorando a fase.</p>
<p>Jogando para os dois lados</p>
<p>A estrutura das missões está muito mais inteligente, além de adaptado para a nova situação do agente. Desta vez, o jogador médio não precisará se estressar para terminar as fases sem mortes, por exemplo, já que isso é desnecessário, pelo menos para liberar os equipamentos bônus. O nível de &#8220;stealth&#8221;, que indica o quanto você não deixou de rastros na fase, não é condição para destravar os extras. Fazer 100% de &#8220;stealth&#8221; agora é uma missão quase impossível, tendo que o jogador estudar o movimento de cada soldado e fazer as ações com a precisão de um relógio suíço. Às vezes, não se pode nem nocautear um soldado.</p>
<p>Agora, a cada fase, o jogador recebe missões dos dois lados: a NSA e JBA. Cada missão cumprir rende pontos de &#8220;confiança&#8221; da facção correspondente, indicado por duas barras. Tirando os objetivos primordiais, todas as outras tarefas são opcionais, mas convém fazê-las, pois a barra de confiança é herdada para a próxima fase. Novos objetivos são acrescentados conforme o andamento da missão. Os objetivos mais importantes são os que vêm marcados com uma estrela, que geralmente consistem em fazer tudo sem disparar nenhum alerta, que fica muito mais fácil quando se pode atirar, pois é a única opção para neutralizar os inimigos de longe, com o auxílio da mira telescópica.</p>
<p>Em geral, a missão de um lado não afeta o outro, podendo, na maioria das situações, realizar os objetivos das duas facções ao mesmo tempo. Há penalidades quando não se cumpre a tarefa ou quando se aciona alertas, tanto maiores conforme o nível de dificuldade escolhido. Quando um dos medidores chegar a zero, o jogo acaba.</p>
<p>Matar ou não matar? Eis a questão</p>
<p>Enquanto grande parte das fases mantém o mesmo esquema de antes, com as missões sendo passadas conforme o progresso e, portanto, sendo cumpridas em geral numa certa ordem, há também estágios no quartel general da JBA, em que há um tempo-limite, tendo quem dentro desse prazo, fazer, em qualquer ordem, quantos objetivos puder; se possível, todos. Nesta fase, o controle é um pouco mais limitado, pois não se pode utilizar nenhum tipo de ataque. Os objetivos de espionagem terão de ser feitos com furtividade e outras técnicas para desviar a atenção dos adversários. Você perde confiança quando é visto em locais de acesso restrito e, em casos mais severos, como ser pego em flagrante fazendo ações de espionagem, a barra cai para zero num instante, determinando o &#8220;game over&#8221;.</p>
<p>O grande dilema está nas missões contraditórias entre os dois grupos, como o homicídio a um refém ou eliminar um perigo nuclear ao custo de vidas inocentes. São momentos em que não é possível ficar bem perante ambas as partes &#8211; você sempre vai perder confiança de uma organização &#8211; e as situações são inevitavelmente tensas. Além disso, essas decisões podem mudar o final. Outro momento bastante empolgante está nas cenas não-interativas que, de repente, pedem a ação do usuário, como controlar um helicóptero desgovernado ou abrir um pára-quedas reserva.</p>
<p>Como dito, há novos tipos de fases, que se passam em plena luz do dia. Mas uma das boas características da série permanece: a estrutura aberta dos mapas, que permite vários caminhos para se chegar a um objetivo e ultrapassar os obstáculos de mais de uma maneira. Por exemplo, logo na primeira fase, há uma área com uma cerca eletrificada e um portão. Há pelo menos quatro jeitos de passar dessa parte, cada um com vantagens e desvantagens: pode-se quebrar a segurança da trava eletrônica, que está num lugar iluminado; liberar com um código, que é obtido interrogando um dos vigias; abrir acessando um computador; ou sabotando a cerca elétrica e escalando-a, num local menos vigiado, mas com holofotes iluminando o caminho. Mais para frente, como na fase do navio petroleiro, o número de caminhos é bem grande, e muitos passam despercebidos. Enfim, é o tipo de jogo que há novas descobertas a cada partida.</p>
<p>Esconde-esconde high-tech</p>
<p>O modo de campanha pode ser terminado em cerca de dez horas, em média, se não se preocupar em fazer todos os objetivos. Mas a edição para Xbox 360 tem muito mais a oferecer, como uma modalidade cooperativa, na qual de um a três jogadores, como espiões, devem roubar arquivos num território vigiado por mercenários controlados pelo computador. A modalidade está menos sofisticada que na edição &#8220;Chaos Theory&#8221; e, portanto, não oferece muita satisfação. A estrela maior mesmo é o multiplayer competitivo.<br />
Trata-se uma evolução de uma opção encontrada em &#8220;Pandora Tomorrow&#8221;, o segundo da série, e confronta dois lados radicalmente distintos. A regra é uma espécie de &#8220;capture a bandeira&#8221; modificado, em que os espiões devem roubar dados de quatro computadores e levar para um determinado ponto. Cada lado pode ter dois ou três integrantes.</p>
<p>Os espiões são mais rápidos e possuem diversos recursos de quebra de segurança, como abrir portas trancadas, desligar geradores e, é claro, acessar computadores. Além disso, possuem visores de ampliação de luz residual, que permite enxergar em locais escuros e a visão de calor. Por fim, podem carregar um equipamento, como seringas para recuperação de energia ou granadas de flash ou fumaça. Além disso, podem levar um dispositivo que engana os mercenários, fazendo seu sensor de proximidade reagir como se um espião estivesse ali.</p>
<p>Por outro lado, os mercenários são bem armados, com grande poder de fogo, enquanto os espiões, por outro lado, só conseguem matar de modo sorrateiro. Mas os soldados da Upsilon possuem sensores menos sofisticados, como o EM Vision, que detecta o uso de equipamentos eletrônicos, inclusive quando um computador estiver sendo acessado. Em locais escuros, além do detector de movimentos e o de proximidade, usa-se uma singela lanterna para tentar achar os espiões.</p>
<p>Enfim, é um sofisticado jogo de esconde-esconde, com direito a muitas alternativas de estratégia, graças ao grande número de equipamentos e de rotas. Tanto quanto a habilidade dos jogadores, a coordenação entre eles é de extrema importância, sendo imprescindível uma boa comunicação através do headset. Os jogadores podem formar clãs, chamado de esquadrões, e desafiar outros grupos. É uma modalidade que também requer um tempo de aprendizado, mas ao adquirir certa experiência se torna empolgante e vai ficando melhor conforme a sua desenvoltura. Como o fluxo de tela já não é tão bom assim, os atrasos não são muito sentidos.</p>
<p>Coisa de cinema</p>
<p>O visual do game é soberbo, com estrutura de fases complexa e tudo com texturas de alta definição. Não há uma parte do ambiente que esteja &#8220;descoberto&#8221;, ou seja, sem texturas ou efeitos. Mas a iluminação é o maior destaque. O efeito HDR é até exagerado. Uma fonte de luz forte, como a do Sol, praticamente deixa a tela praticamente branca, invadindo os contornos dos objetos. Mas há outros efeitos belíssimos, como o holofote que deixa sombras de acordo com o cenário e seus objetos, ou a claridade dos fogos de artifício que invade uma fresta de janela. Trata-se de uma das sombras mais realistas que se tem notícia nos videogames, não fosse o fato de, em muitas cenas, elas estarem em baixa resolução. De qualquer maneira, o resultado final é um espetáculo a parte.</p>
<p>A modelagem dos personagens, principalmente a de Sam Fisher, também é soberba, principalmente o seu rosto. Estão lá o cabelo raspado, a barba por fazer e os sinais da idade do mortal agente &#8211; tem até mesmo várias cicatrizes e &#8220;falhas&#8221; nos couro cabeludo. Desta vez, o personagem desfila vários tipos de roupas, desde seu tradicional uniforme high-tech da NSA até roupas de presidiário, além de roupas civis, todos retratados de maneira bem convincente. Apenas o fluxo de tela não é muito suave, podendo cair a taxas que podem incomodar, apesar de raros.</p>
<p>A trilha sonora também é excepcional, mudando de tom a cada situação do espião, sempre de acordo como nível de tensão do momento. São composições poderosas e grandiosas. Efeitos sonoros ocasionais dão pistas se o jogador deixou os vigias alertas, por exemplo, além de completar o clima. As dublagens também se destacam, principalmente a de Michael Ironside, que faz dá vida a Sam Fisher, com aquela voz de trovão. Mas todo o elenco faz um excelente trabalho.</p>
<p>O melhor da espionagem</p>
<p>&#8220;Splinter Cell: Double Agent&#8221; manteve sua fórmula de sucesso, mas trouxe uma estrutura de mapas e missões mais inteligentes, que resultam em mais diversão e menos estresse, além de uma história bem mais empolgante e tensa que os antecessores. O modo de campanha já é ótimo, mas também traz um multiplayer competitivo muito divertido, devido às muitas possibilidades de estratégia. Enfim, um título irrepreensível de uma série que já mantinha uma qualidade sólida.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise XBOX: Half-Life 2</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 12:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a análise desse jogaço do XBOX. Guerra dos mundos Em termos de enredo e mecânica, a aventura é exatamente igual ao dos computadores e, por isso, quem já jogou no PC não tem motivos para fazê-lo de novo, a não ser que tenha curiosidade em saber as diferenças entre ambas as versões. E o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/halflife218.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-579" title="halflife218" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/halflife218-300x226.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p>Confira a análise desse jogaço do XBOX.<br />
<span id="more-578"></span><br />
Guerra dos mundos</p>
<p>Em termos de enredo e mecânica, a aventura é exatamente igual ao dos computadores e, por isso, quem já jogou no PC não tem motivos para fazê-lo de novo, a não ser que tenha curiosidade em saber as diferenças entre ambas as versões. E o game para Xbox não traz certos bônus do PC, como &#8220;Counter-Strike: Source&#8221; e &#8220;Half-Life: Source&#8221; &#8211; o subtítulo se refere ao mecanismo gráfico, o chamado engine, usado no jogo, que permite o visual espetacular.</p>
<p>&#8220;Half-Life 2&#8243; começa com o protagonista Gordon Freeman à bordo de um trem com destino a City 17. Nesta época, a humanidade foi subjugada por alienígenas e os humanos são tratados como gado. Porém, logo Freeman é cooptado por um grupo rebelde e passará a lutar contra os invasores.</p>
<p>O roteiro da série &#8220;Half-Life&#8221; é um dos melhores de que se tem notícia, mas não espere encontrar um desfecho neste segundo episódio. Em termos de narrativa, este capítulo parece mais uma ponte para os games que ainda virão pela frente. No PC, existe a expansão &#8220;Aftermath&#8221;, que conta mais um pouco da trama da franquia.</p>
<p>Depois que o jogador passa a ter controle de Freeman, poderá imaginar que seja mais um jogo de tiro em primeira pessoa com visual muito caprichado. Mas, se comparado ao original, a versão de Xbox tem todas aquelas limitações que se acostumou a ver em &#8220;Far Cry&#8221; e &#8220;Doom 3&#8243;: menor resolução, cenários e personagens mais simples e texturas bem menos definidas. Mas, nem por isso deixa de ter um dos melhores gráficos do Xbox.</p>
<p>O usuário também perceberá que toda a complexidade gráfica &#8211; e também as partes invisíveis, a famosa simulação de física Havok &#8211; cobra seu preço, tirando a suavidade dos movimentos da tela. Na maioria das vezes, a velocidade é aceitável, mas em algumas situações os travamentos ficam catastróficos, apesar de o ritmo voltar ao normal em pouco tempo.</p>
<p>Um dos pontos mais marcantes de &#8220;Half-Life 2&#8243; é seu poder de imersão, que resulta numa das mais marcantes experiências de jogo. Ao andar pelas ruas de City 17, realmente parece que o mundo reage à sua presença. Você ouve outras pessoas conversando ao seu redor e ao se aproximar de alguém, ele (ou ela) olha para seu personagem, com um ar de &#8220;o que você quer?&#8221;.</p>
<p>A Valve usa mais alguns truques de narrativa para o jogador ficar preso ao personagem, como nunca sair da visão em primeira pessoa &#8211; até as cenas não-interativas se passam sob o olhar de Freeman -, e não se manisfestar oralmente. Sendo assim, os personagens coadjuvantes conduzem suas falas como se fossem monólogos. Assim, a história avança sem o protagonista se manifestar, sob o risco de contrariar o jogador.</p>
<p>Física para que te quero</p>
<p>Outra grande característica do game é a apurada simulação de física. Isto é, todos os personagens e a grande parte dos objetos reagem como se estivessem sob influência da gravidade e outras forças naturais. Isso pode ser visto, por exemplo, quando se tentar colocar uma tábua em pé, por exemplo. Ela invariavelmente cairá para um dos lados.</p>
<p>Assim, todos os objetos reagirão de forma realista aos estímulos: um barril deitado, por exemplo, poderá rolar se empurrado, mas um caixote não terá esse comportamento. A lógica física também será válida na hora de empilhar objetos e, além disso, muitos objetos também podem ser destruídos, apesar de os destroços ficarem simplificados.</p>
<p>Quer dizer, a programação de física foi transportada da versão de PC sem perdas aparentes. Uma explosão, por exemplo, faz com que todos os objetos em volta reajam de acordo, apesar de, nesses casos, ocorrerem travamentos com mais freqüência. A tecnologia gráfica também ajuda a criar animações realistas. Os inimigos reagem de formas diferentes dependendo de onde o tiro os atingiu e as quedas são diferentes entre si.</p>
<p>A física está presente na água: cada um dos objetos imersos tem diferentes fatores de flutuação. E claro, essa característica e o peso dos materiais são usados em alguns quebra-cabeças, que sempre estão dentro do contexto. Num dos primeiros enigmas do game, por exemplo, o jogador precisará colocar blocos na ponta de uma gangorra, para criar um acesso a um local mais alto.</p>
<p>Mas é com a arma antigravitacional que o sistema de física mostra todo seu potencial. E a apresentação dessa arma é um dos momentos mais memoráveis dos videogames. Porém, essa programação também pode gerar efeitos indesejados, como deixá-lo preso em certos lugares. É raro de acontecer, mas se for o caso, a única solução será voltar para o último &#8220;save&#8221;.</p>
<p>Muitas armas, mas poucas balas</p>
<p>Mas todos esses detalhes estão a serviço da essência de &#8220;Half-Life 2&#8243;, um jogo de tiro em primeira pessoa. E como tal, o título se mostra um dos melhores do gênero, com combates alucinantes e inimigos muito inspirados, ainda que pareçam um pouco clichês hoje em dia.</p>
<p>A produtora Valve percebeu que não era possível ter a mesma precisão do mouse e teclado no controle do Xbox, então resolveu facilitar um pouco. Na versão para Xbox, o retículo de mira é consideravelmente maior, exigindo menos precisão para acertar os inimigos.</p>
<p>Todos os armamentos podem ser escolhidos por uma das setas do direcional digital, sendo que cada grupo de armas está localizado em uma direção. Por exemplo, colocando para baixo, acionam-se armas brancas, tendo o famoso pé-de-cabra como o primeiro da lista; já à direita estão as armas longas, como a metralhadora. Com um pouco de treino fica fácil e intuitivo escolher o equipamento desejado.</p>
<p>Os combates são muito divertidos, mas, em geral são fáceis. Além de a mira ser menos exigente, as armas são muito poderosas &#8211; apesar de a munição não ser muito farta &#8211; e a inteligência artificial dos inimigos é muito afoita. Os oponentes até demonstram algum senso de estratégia, como se proteger atrás de obstáculos e atacar de várias maneiras, mas uma hora acabam adotando uma atitude mais &#8220;kamikaze&#8221; e avançam de forma inconseqüente, só para ser &#8220;peneirado&#8221; sem dó.</p>
<p>Mas nem todas as missões serão realizadas a pé. Consideráveis porções serão feitas com veículos como buggy ou hovercraft, quepossuem armas e, nesse caso, a mira é ainda mais prática. Basta mirar perto do inimigo para que o retículo fique travado nele. Totalmente mamão com açúcar. Mas, em compensação, os oponentes também usam de máquinas pesadas com helicópteros e artilharias para tentar pôr fim ao destino de Freeman.</p>
<p>A longa jornada de Freeman</p>
<p>Um dos aspectos mais marcantes é o fato de aventura ser toda integrada: do começo ao fim, todos os cenários estão conectados num grande caminho linear. Não há uma divisão de fases em &#8220;Half-Life 2&#8243;. Todos os ambientes parecem verossímeis, desde a estação de trem de City 17 até o final do game. A variedade de cenários é incrível, com um grau de detalhes fantástico. Um deles faz uma homenagem e tanto para jogos e filmes sobre zumbis.</p>
<p>Em todas as partes há uma quantidade grande de objetos interativos, além de o trabalho artístico ser magnífico. É muito raro um cenário de &#8220;Half-Life 2&#8243; se repetir. Na maioria das vezes, os ambientes são fechados de forma elegante, como um monte de detritos ou cercas altas, mas de vez em quando aparecem misteriosas paredes que parecem escudos de força, totalmente fora do contexto &#8211; mas isso apenas em alguns lugares.</p>
<p>O caminho é linear, mas existem algumas rotas alternativas para explorar, que conferem itens extras de munição e energia. Muitas vezes, estão marcadas com o símbolo característico do game. O ritmo da ação seria impecável se não houvessem paradas para carregar o game. Elas não são tão freqüentes, estão mais rápidas que no PC e incomodam por quebrar o ritmo, algo totalmente compreensível diante da complexidade dos cenários.</p>
<p>Como dito, o visual do título é magnífico, um dos melhores do console, com uma soberba realização técnica e artística, principalmente nos cenários. Os inimigos, infelizmente, perderam muito de seus detalhes com uma modelagem mais simples e menor resolução. Mas o mesmo não pode ser dito dos personagens principais, ainda mais nas cenas não-interativas, com uma definição assombrosa. E, ainda por cima, têm as expressões faciais mais incríveis já vistas num videogame.</p>
<p>A parte sonora também acompanha, ainda que com menos entusiasmo, a qualidade dos gráficos. A trilha sonora é apenas incidental, isto é, aparece apenas em determinadas situações, mas sempre tenta somar para dar mais emoção às cenas. Os efeitos sonoros têm qualidade condizente com uma obra desse porte, mas alguns barulhos não parecem combinar com o que se vê na tela, como um buggy que soa ter um motor de alta potência. Em compensação, as dublagens são simplesmente impecáveis.</p>
<p>Campeão também no Xbox</p>
<p>&#8220;Half-Life 2&#8243; é mais uma conversão quase heróica. Mesmo com um hardware limitado, conseguiu transpor a essência do original. Sim, os gráficos tiveram que ser adaptados e ainda assim continuam sendo um dos melhores do Xbox, mas a produtora não abriu mão da famosa programação de física. Isso trouxe alguns problemas de desempenho, mas é totalmente compreensível e, na maior parte do tempo, não chega a atrapalhar a experiência.</p>
<p>Se você não tem um PC no mínimo razoável, vale a pena curtir as aventuras de Gordon Freeman no Xbox. Trata-se de um dos melhores jogos de tiro em primeira pessoa de todos os tempos, com altas doses de adrenalina e uma fantástica história. Apenas se lamenta a falta dos bônus do PC, principalmente o de &#8220;Counter-Strike: Source&#8221;, visto que o Xbox tem uma rede online muito bem estruturada e tinha tudo para ser tão popular quanto &#8220;Halo 2&#8243;.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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