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	<title>Detonado &#187; Análise XBox 360</title>
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		<title>Análise XBOX 360: Super Street Fighter II Turbo HD Remix</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 13:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um clássico nunca morre, acompanhe a análise desse jogaço que marcou época. Opções de balanceamento Antes de mais nada, tenha em mente que este é o bom e velho &#8220;Super Street Fighter II Turbo&#8221; que você costumava jogar na década passada. A base continua exatamente a mesma, em que você escolhe Ryu, Ken, Chun-Li ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/superstreetfighteriiturbohdremix138.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-591" title="superstreetfighteriiturbohdremix138" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/superstreetfighteriiturbohdremix138-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Um clássico nunca morre, acompanhe a análise desse jogaço que marcou época.<br />
<span id="more-590"></span><br />
Opções de balanceamento</p>
<p>Antes de mais nada, tenha em mente que este é o bom e velho &#8220;Super Street Fighter II Turbo&#8221; que você costumava jogar na década passada. A base continua exatamente a mesma, em que você escolhe Ryu, Ken, Chun-Li ou qualquer outro carismático lutador para rodar o mundo até encontrar o famigerado M. Bison, em lutas precisas e intuitivas, ainda que repletas de variáveis para agradar novatos e veteranos.</p>
<p>A mecânica clássica está presente como nos velhos arcades, no estilo chamado de classic, mas para dar um ar mais competitivo, o modo principal foi rebalanceado por David Sirlin, famoso teórico da área e antigo competidor de torneios. Com isso, alguns golpes especiais ficaram mais fáceis de serem executados, assim como a força de alguns movimentos foi alterada. Também se abriu a possibilidade de modificar alguns pontos do equilíbrio &#8211; como, por exemplo, ligar ou desligar a invulnerabilidade inicial do shoryuken de Ryu ou a &#8220;bolinha&#8221; de Blanka.</p>
<p>Para brincar um pouco e descobrir todas as mudanças, foi incluído um modo de treinamento bem interessante. Nele, é possível ligar uma opção para que quadrados apareçam sobre o inimigo para aprender onde determinados movimento o atinge. Pena que este seja o único modo alternativo presente no pacote.</p>
<p>Novo verniz</p>
<p>Os gráficos foram totalmente redesenhados pelo estúdio canadense UDON, que já fez trabalhos para a Marvel, Image Comics e Blizzard, mas que ficou famosa justamente criando histórias em quadrinhos baseadas no universo de &#8220;Street Fighter&#8221;.</p>
<p>Para manter a mecânica exatamente como lembramos, os artistas do estúdio não puderam mudar as animações dos cenários ou personagens, ou seja, muitos golpes continuam com uns três quadros diferentes, e a coisa toda funcionou como uma grande troca da arte antiga por uma nova. O estilo pode desagradar alguns, mais próximo dos mangás, deixando todo mundo excessivamente musculoso e grandalhão, mas é uma tendência bastante comum no mercado e era algo de se esperar. Talvez, para efeito de comparação, a Capcom e a Backbone tenham optado por manter os gráficos antigos dos personagens à disposição no menu de opções e é espantoso ver como ficam borrados e sem graça, redimensionados para casar com as novas proporções.</p>
<p>Por fim, o áudio também recebeu uma nova roupagem graças à equipe da OverClocked Remix, que trabalhou junto a várias comunidades de fãs para criar os novos arranjos. A maioria das músicas ganhou mais peso, com mais guitarras, e alguns temas como o de Dee Jay ganharam muito mais importância. O trabalho de engenharia também foi impressionante, com um ótimo efeito surround nas lutas, ainda que certas vozes continuem um pouco abafadas e um sound test completo faça falta.</p>
<p>O modo multiplayer também foi encarado com muita seriedade pela Backbone, que aprendeu com os erros e acertos de &#8220;Street Fighter II Turbo&#8221;, lançado na Xbox Live Arcade em 2006. Agora há um novo sistema que tenta minimizar o problema de conexão entre jogadores, equilibrando o tempo de resposta entre os competidores. Em nossos testes o esquema parece funcionar bem, deixando melhor os combates contra adversários dos EUA e outros territórios, ainda que com ocasionais quedas no link e problemas para encontrar oponentes.</p>
<p>Há a opção de partidas comuns, rankeadas e até mesmo torneios para até oito participantes. O mais interessante é que o jogo também buscou criar um sistema que simula o ambiente dos fliperamas, com jogadores que ficam em uma fila observando combates e que vão entrando à medida em que os perdedores vão saindo.</p>
<p>A performance do jogo tanto no Xbox 360 quanto no Playstation 3 parecem similares, tanto na apresentação do jogo quanto no serviço online, ainda que o Xbox 360 tenha certa vantagem por contar com Conquistas e opções mais robustas para encontrar amigos e adversários. Em compensação, o controle tradicional do videogame da Sony se mostrou muito melhor para o jogo do que o horrendo direcional digital da Microsoft &#8211; ainda que, para honrar tal clássico, o ideal mesmo seja um bom acessório no estilo arcade.</p>
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		<title>Análise XBOX 360: Left 4 Dead</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 12:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira esse jogaço e aprenda a exterminar todos os zumbis. A Valve ficou famosa por seus constantes atrasos, mais ou menos como a Blizzard e a Id Software, com uma política de não se limitar a datas de lançamento enquanto seus jogos não pareçam bons o suficiente &#8211; que digam os fãs que esperaram ansiosamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/left4dead74.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-597" title="left4dead74" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/left4dead74-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Confira esse jogaço e aprenda a exterminar todos os zumbis.<br />
<span id="more-596"></span><br />
A Valve ficou famosa por seus constantes atrasos, mais ou menos como a Blizzard e a Id Software, com uma política de não se limitar a datas de lançamento enquanto seus jogos não pareçam bons o suficiente &#8211; que digam os fãs que esperaram ansiosamente por anos até colocar as mãos em &#8220;Half-Life 2&#8243;. Mas o ritmo lento parece ter ficado para trás após o lançamento do Steam, serviço de venda de jogos e conteúdo online. Como uma popular plataforma de distribuição, a produtora encontrou uma verdadeira máquina de imprimir dinheiro e, mesmo trabalhando em conjunto com outras fornecedoras, viu a necessidade de agilizar sua produção de jogos próprios para aumentar seu acervo e presença na mídia.</p>
<p>A Valve, então, acionou seu motor gráfico proprietário, o Source, que serviu como base não só para &#8220;Half-Life 2&#8243;, mas para outros produtos derivados, como as expansões &#8220;Episode 1&#8243; e &#8220;Episode 2&#8243;, o incrivelmente popular &#8220;Counter-Strike: Source&#8221; e &#8220;Day of Defeat: Source&#8221;. Da tecnologia também nasceram dois jogos inéditos sensacionais, &#8220;Portal&#8221; e &#8220;Team Fortress 2&#8243;, lançados no ano passado, o que provou que mesmo em o ritmo acelerado &#8211; ao menos para os padrões da empresa &#8211; boas coisas estavam saindo.</p>
<p>Com esta seqüência de sucessos, as expectativas em torno de &#8220;Left 4 Dead&#8221; foram lá em cima. E, mesmo utilizando o mesmo artifício de aproveitar o Source, que já começa a mostrar a idade, a Valve conseguiu cumprir sua meta e entregar um jogo com multiplayer cooperativo inovador, em um clima de terror bastante envolvente.</p>
<p>Noite dos mortos-vivos</p>
<p>Apesar da proposta de inovar o esquema de cooperação entre os jogadores, &#8220;Left 4 Dead&#8221; não parece ter outras grandes ambições. Não há uma grande história por trás da ação, apenas um cenário genérico de infestação de zumbis, que bebe em fontes clássicas como os longas do diretor George A. Romero, em produtos mais recentes como o filme &#8220;Extermínio&#8221; e traz até mesmo referências à série &#8220;Resident Evil&#8221;. Também não há maiores preocupações com críticas sociais, constantes nas obras que serviram como referência, ou mesmo um roteiro elaborado com uma série de reviravoltas.</p>
<p>Tudo gira em torno da luta pela sobrevivência e da camaradagem. São quatro protagonistas: Bill, um veterano de guerra; Francis, um motoqueiro; a estudante Zoey; e o executivo Louis. No modo single-player, o jogador encarna um deles enquanto o computador controla os outros três durante as missões, que foram divididas entre quatro campanhas que imitam filmes (com direito a pôster e tudo mais): No Mercy, em um cenário urbano nas imediações de um hospital, Dead Air, que se passa em um aeroporto, Death Toll, que segue até um porto, e Blood Harvest, com uma investida em uma fazenda. São cenários criados para esconder criaturas em todos os cantos, mas que poderiam ter mais variedade e, principalmente, maior quantidade, mas é um fator de menor importância diante da tensão e imprevisibilidade da dinâmica.</p>
<p>Com os controles em mãos, &#8220;Left 4 Dead&#8221; funciona como jogo de tiro em primeira pessoa comum, em que você deve abrir caminho entre as hordas de mortos-vivos na base da bala, utilizando pistolas, espingardas e metralhadoras. Mas é necessário trabalhar em conjunto com seus aliados para escapar inteiro, pois em determinados momentos as ondas de inimigos são simplesmente gigantescas e sufocantes &#8211; sem contar os monstros que têm alguns poderes especiais e requerem uma sincronia mais apurada para serem despachados.</p>
<p>O fato de poder avistar seus companheiros através das paredes &#8211; as silhuetas dos quatro heróis brilham para indicar sua posição &#8211; é um sinal claro da importância de avançar de forma ordenada para obter sucesso. Em certos ataques, com dezenas de zumbis correndo em sua direção e até mesmo escalando muros e saltando de telhados para te devorar, é um alívio ver alguém limpando sua barra justamente naquele momento em suas balas acabam e você tem que perder segundos vitais para recarregar.</p>
<p>Inimigos dinâmicos</p>
<p>O computador até faz um trabalho decente no modo para um jogador, mas é óbvio que &#8220;Left 4 Dead&#8221; foi feito para ser jogado em times de seres humanos. O próprio comportamento da inteligência artificial, chamada de Director, foi moldado levando em conta o entrosamento (ou sua falta) em times formados por quatro pessoas reais para posicionar os inimigos de formas diferentes durante as partidas. Assim, caso você resolva jogar certo cenário novamente, não saberá de onde os monstros irão sair ou como irão atacar. E este balanceamento também ocorre no decorrer da ação, calibrando a quantidade de oponentes na tela de acordo com a performance do grupo, deixando tudo cada vez mais imprevisível e sufocante.</p>
<p>Além do modo cooperativo contra o computador, que tem suporte a partidas locais ou online, há também um competitivo, na forma do Versus para até oito participantes. Um grupo joga com os tradicionais heróis humanos enquanto o outro encarna os tais monstros especiais, que têm habilidades únicas como lançar carros ou vomitar um líquido tóxico. Os times então se revezam nestes papéis até o fim de cada campanha e ganha quem tiver mais pontos no final.</p>
<p>Com a divisão das campanhas como filmes, fica óbvio que os produtores evocaram um espírito cinematográfico para modelar a ação e, mesmo com muitos anos na praça, o Source não faz feio. Os modelos dos quatro heróis são especialmente memoráveis, com muitos detalhes e uma movimentação impressionante, mas o jogo também conta com ótimos efeitos de luz e explosões. E o melhor, por se tratar de um motor antigo e já bem aperfeiçoado, o jogo roda de forma bastante leve nos PCs e não apresenta problemas técnicos incômodos no Xbox 360.</p>
<p>O som do jogo também é de primeira linha. Além de uma trilha sonora que consegue passar um clima de tensão, há simplesmente centenas de diálogos gravados entre os personagens, deixando-os com um aspecto mais humano e realista. E cuidado ao jogar com o volume mais alto, pois os berros dos zumbis correndo pelas ruas podem assustar os vizinhos, pois são daqueles que garantem alguns sustos que acompanham um palavrão de espanto.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise XBOX 360: Prince of Persia</title>
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		<description><![CDATA[Confira a análise dessa nova versão de um clássico. Depois de emendar três jogos rapidamente na seqüência, a Ubisoft temeu por ter exagerado na dose ao revitalizar o clássico de Jordan Mechner, &#8220;Prince of Persia&#8221;. Foi uma preocupação honesta, afinal, o protagonista do leve e colorido &#8220;Sands of Time&#8221; logo se dividiu e criou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/princeofpersianextgen86.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-594" title="princeofpersianextgen86" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/princeofpersianextgen86-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Confira a análise dessa nova versão de um clássico.<br />
<span id="more-593"></span><br />
Depois de emendar três jogos rapidamente na seqüência, a Ubisoft temeu por ter exagerado na dose ao revitalizar o clássico de Jordan Mechner, &#8220;Prince of Persia&#8221;. Foi uma preocupação honesta, afinal, o protagonista do leve e colorido &#8220;Sands of Time&#8221; logo se dividiu e criou um alter-ego sombrio em &#8220;The Warrior Within&#8221; e &#8220;The Two Thrones&#8221;, para o desespero dos puristas, que temeram por uma banalização da franquia. O alerta foi dado e a empresa colocou o herói persa na geladeira por algum tempo.</p>
<p>Seu retorno não poderia acontecer em um momento melhor. Afinal, há novas e mais poderosas plataformas no mercado para darem mais fôlego às aventuras do Príncipe e começa também o burburinho em torno do longa-metragem baseado na série, que chega às telas em 2010. Assim, a Ubisoft resolveu recomeçar a saga do herói &#8211; varrendo para debaixo do tapete toda aquela baboseira de guerreiro malvadão heavy metal &#8211; ao resgatar elementos que foram mais marcantes nos jogos anteriores, tanto os da trilogia &#8220;Sands of Time&#8221; quanto do original para PC &#8211; sob o simples título de &#8220;Prince of Persia&#8221;.</p>
<p>Parceria infalível</p>
<p>A história do novo jogo é bastante simples. O Príncipe está voltando de uma de suas aventuras quando perde seu jumento que carrega todas as riquezas recém-adquiridas. Em busca do animal, o herói acaba encontrando novos problemas na pele da bela Elika, uma princesa em fuga. A moça, que conta com alguns poderes mágicos surpreendentes, está em uma corrida para tentar manter Ahriman, uma criatura que pode trazer corrupção à terra, presa em um templo próximo dali.</p>
<p>Um pouco malandro, com jeito de vagabundo, o Príncipe resolve então seguir a beldade por pura curiosidade e acaba se envolvendo na confusão. Com o fortalecimento de Ahriman, os dois precisam explorar as regiões em torno do templo para purificar o solo, canalizando o poder da terra até à construção.</p>
<p>Mesmo com pouco tempo para justificar o entrosamento entre os dois no roteiro, na tentativa de manter a ação rolando, a química entre os dois personagens se mostra o grande trunfo do jogo. Elika é provavelmente um dos personagens controlados por computador mais espertos e carismáticos dos últimos tempos. Seu papel é fundamental no jogo em todos os momentos &#8211; ela pode ajudar o protagonista a realizar combos, a dar saltos duplos e até mesmo evita que ele morra. Isto mesmo, você nunca morre porque ela sempre dá um jeitinho de te salvar, não importa qual seja a situação.</p>
<p>Claro, é um artifício que a Ubisoft Montreal utilizou para deixar jogadores casuais menos frustrados, mas que acaba ajudando no ritmo do jogo. Como você não tem medo de encarar uma tela de Game Over a todo pulo mal calculado, fica mais corajoso para explorar os amplos cenários, ainda mais que agora o jogo traz uma abordagem mais aberta, em que você pode escolher a ordem dos cenários a desbravar.</p>
<p>A abordagem amigável para todos os públicos, por assim dizer, só fica um pouco mais chata quando se trata dos combates pois eles foram drasticamente reduzidos. Claro que o grande barato da série é a exploração dos cenários e os quebra-cabeças, mas simplesmente parar a ação para enfrentar um inimigo de cada vez, sem medo de morrer ou fazer nada de errado, não acrescenta muita coisa na experiência. Ainda bem que a equipe de desenvolvedores é bem experiente e consegue pontuar a aparição dos inimigos de maneira bastante inteligente, dando uma sensação de urgência e certo suspense quanto ao desfecho das batalhas, criando ao menos certa curiosidade em relação ao que pode acontecer durante os duelos.</p>
<p>Mecânica tradicional</p>
<p>Apesar da abertura da exploração e da grande presença de Elika, os controles de &#8220;Prince of Persia&#8221; são bastante parecidos com os da trilogia anterior. Você salta, escala barrancos, gira sobre postes ou hastes e corre por paredes. Tudo como antes, só que em um esquema muito mais leve e intuitivo, com comandos que não precisam de muito tempo de carregamento e que perdoam alguns leves desvios ou pequenos erros de pressionamento.</p>
<p>Os combates seguem a mesma diretriz, com ataques com espada e com a nova manopla do herói. Há também um botão para defesa e outro para chamar Elika para a briga, e combos são realizados com pequenas variações de toques. Não há muito desafio, principalmente quando aparecem indicadores avisando sobre o melhor momento para defender, mas ao menos as animações criam a ilusão de que as batalhas são sempre grandiosas e disputadas.</p>
<p>Por falar em animações, a apresentação é o fator que deve causar o maior estranhamento. Com um visual no chamado cell-shading, que mascara os polígonos tridimensionais para que pareçam desenhos animados, &#8220;Prince of Persia&#8221; não parece nem de longe com os anteriores. É algo bacana para dar um ar de novidade, principalmente com o interessante design de personagens, mais sujo e orgânico, beneficiado pelas boas animações. Tal cuidado também se reflete nos cenários, que são bastante distintos e que sofrem algumas transformações impressionantes durante suas purificações, disparando luzes e borrões para todos os lados, como se estivessem sendo redesenhados diante de seus olhos.</p>
<p>Diante da exuberância visual, o áudio acaba ficando em segundo plano. É uma trilha bem discreta, que pontua bem momentos mais tensos ou dramáticos, mas que é pouco utilizada em outros trechos mais triviais. Já a dublagem é mediana, especialmente a do herói, ainda que os diálogos tenham sempre boas intenções ao desenvolver uma maior dinâmica entre os protagonistas, grande trunfo do título.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise XBOX 360: Guitar Hero World Tour</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 12:58:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confira a análise desse jogão de XBOX 360 uma verdadeira febre. Em &#8220;Guitar Hero World Tour&#8221;, o guitarrista deixa de ser a estrela e dá espaço para outros músicos. Como em &#8220;Rock Band&#8221;, até quatro jogadores podem participar ao mesmo tempo: o pacote completo acompanha um microfone, uma bateria e uma guitarra. Uma segunda guitarra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/guitarheroiv47.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-588" title="guitarheroiv47" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/guitarheroiv47-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Confira a análise desse jogão de XBOX 360 uma verdadeira febre.<br />
<span id="more-587"></span><br />
Em &#8220;Guitar Hero World Tour&#8221;, o guitarrista deixa de ser a estrela e dá espaço para outros músicos. Como em &#8220;Rock Band&#8221;, até quatro jogadores podem participar ao mesmo tempo: o pacote completo acompanha um microfone, uma bateria e uma guitarra. Uma segunda guitarra pode ser acoplada para o baixo e, ao contrário de &#8220;Rock Band&#8221;, obrigatoriamente a banda tem de ter um baixista e um guitarrista. Não é possível dois jogadores escolherem a guitarra.</p>
<p>Sobre os instrumentos, nada de relevante no microfone, com fio e praticamente idêntico ao de &#8220;Rock Band&#8221;. Já a guitarra ganhou uma &#8220;barra de toque&#8221;, que pode ser usada como uma opção aos tradicionais cinco botões coloridos. Agora, algumas músicas oferecem uma seção em que a partitura fica mais escura, às vezes com notas interligadas por uma linha. Neste momento, e se desejar, deslize o dedo pela barra para &#8220;matar&#8221; as notas. É mais ou menos a mecânica de jogar &#8220;Guitar Hero&#8221; no controle tradicional, algo bem comum no Brasil. Talvez por falta de hábito ou prática, mas a sensação é de atraso na resposta e na hora do &#8220;vamos ver&#8221; a precisão dos botões tradicionais grita mais alto. A guitarra também ganhou um atalho para ativar o &#8220;star power&#8221;. Ao invés de incliná-la, basta pressionar com a palma da mão o largo botão (e bem localizado) para multiplicar seus pontos. Só tome cuidado para não pausar o jogo acidentalmente, já que dois botões de &#8220;start&#8221; ficam nas extremidades deste atalho.</p>
<p>A bateria é objeto de cobiça. Diferente da do concorrente, tem dois pratos e três tambores, além do pedal. O painel de comandos também foi sabiamente colocado na parte superior e fica protegido pelos pratos &#8211; quem jogou &#8220;Rock Band&#8221; com amigos provavelmente passou pela experiência de alguém interrompender o jogo sem querer porque carimbou o botão de pausa no calor da apresentação. Na tela do jogo, são cinco faixas para a bateria ao invés das quatro de &#8220;Rock Band&#8221; e a sensação de estar tocando um instrumento real é maior. A bateria de &#8220;Guitar Hero World Tour&#8221; pode ser usada em &#8220;Rock Band&#8221;. Neste caso, um dos pratos ficará sem função. Já &#8220;Guitar Hero&#8221; acomoda a bateria de &#8220;Rock Band&#8221;. Como o acessório concorrente tem um botão a menos, o game exibe quatro faixas na tela ao invés das cinco &#8211; a &#8220;mágica&#8221; deixa o jogo fácil e um tanto maçante.</p>
<p>A confiabilidade dos instrumentos preocupa. Assim como aconteceu no lançamento de &#8220;Rock Band&#8221;, relatos em blogs e fóruns de guitarra com botões emperrados ou bateria que não responde não são raros. No teste do UOL, após abrir 60 músicas no modo carreira, o guitarra ficou barulhenta. Nada de errado com a bateria, mas é preciso um pouco de firmeza (sem exageros) ao acertar os pratos.</p>
<p>Modo carreira é militar</p>
<p>É de imaginar que a equipe que produziu de &#8220;Guitar Hero World Tour&#8221; tenha pesquisado muito &#8220;Rock Band&#8221;. Provavelmente sim, talvez não. Seja como for, fica difícil entender algumas decisões de interface e estrutura. Lançado após que o concorrente, era de esperar que oferecesse soluções melhores, ou ao menos similares. Há muito espaço para correções, principalmente no modo multiplayer.</p>
<p>A interface de &#8220;Rock Band&#8221; faz um bom trabalho em indicar quem está indo bem e como está a barra de &#8220;star power&#8221; de cada integrante da banda. Em &#8220;Guitar Hero World Tour&#8221; não há indicadores individuais. Se as luzes são apagadas no palco, integrantes começam a olhar para o lado para descobrir quem falhou. Consequentemente, também não há opção de resgatar um integrante eliminado e a barra de &#8220;star power&#8221; é única para a toda banda. Ou seja, pode ser ativada por qualquer um quando cheia. Defeitos aparentemente bobos, mas fazem o jogo perder muito em diversão quando usado em grupo. Não existe o &#8220;café com leite&#8221; de &#8220;Rock Band&#8221;, no qual ninguém morre, mas o novo modo &#8220;iniciante&#8221; é simples o suficiente para jogar com amigos que não são íntimos dos videogames.</p>
<p>Com amigos ou sozinho, é no modo carreira que o jogador irá abrir as músicas do Coldplay, Lenny Kravitz, Michael Jackson, The Eagles, Wings, Paramore, Jimi Hendrix e de muitos outros cantores e bandas. As músicas são agrupadas em shows, que passam por várias cidades e países. No entanto, a estrutura é rígida demais quando comparada a de &#8220;Rock Band&#8221;. Há pouco espaço para escolher ordem &#8211; toca-se três ou mais músicas em seqüência e o bis &#8211; e faixas compradas na loja virtual integram-se superficialmente ao repertório. Uma vez baterista, assim o será até o final da turnê. Ou seja, não é permitido trocar de instrumento no meio do modo carreira.</p>
<p>Além da multiplayer online, com o confronto de bandas, &#8220;World Tour&#8221; importa o duelo de guitarras de &#8220;Guitar Hero III&#8221;. Mas desta vez, ao invés de sacanear o oponente, basicamente vence quem tocar melhor. Uma pena que os produtores não evoluíram a idéia para outros instrumentos &#8211; um duelo entre bateristas certamente seria bem vindo.</p>
<p>Faça sua música e guitarra</p>
<p>&#8220;Guitar Hero World Tour&#8221; sai na frente ao oferecer liberdade de criação. Jogador pode criar uma guitarra praticamente na prancheta, começando pelo formato, cores, detalhes e adesivos. Também pode dar um toque especial à bateria e até ao microfone. Já o &#8220;Music Studio&#8221;, principal novidade do jogo, vai além e permite e criar uma música inteira para ser compartilhada na rede online do Wii, do Xbox 360 ou do PlayStation 3.</p>
<p>Vale um adendo aqui para falar da versão do Wii, que explora algumas funções inéditas ao console: o login automático na rede Nintendo Wi-Fi connection e suporte a cartões SD card. Com isso, Wii fica próximo ao Xbox 360 ou do PlayStation 3 em funcionalidades, com jogadores podendo consultar a rede de amigos a qualquer momento e acesso instantâneo as músicas baixadas direto do cartão de memória.</p>
<p>Apesar de não oferecer opção de adicionar letra ou vocais o &#8220;Music Studio&#8221;, é robusto em recursos, mas nada amigável. Exige atenção aos tutoriais e algumas horas de dedicação para produzir resultados. A grande maioria passará batido pelo item no menu, outra parte deve desistir nos primeiros passos, mas vale a pena conferir a criatividade dos usuários no &#8220;GH Tunes&#8221;. Algumas são interessantes, mas todas têm jeitinho de música de Master System. Não por culpa dos criadores, mas por causa da qualidade da biblioteca de sons da ferramenta de &#8220;Guitar Hero World Tour&#8221;.</p>
<p>Gráficos nunca foi o forte de jogos musicais, mas não se pode acusar &#8220;Guitar Hero World Tour&#8221; de negligência. A sincronia da boca dos personagens com a música está melhor e as animações e cenários são simpáticos. Há também personagens inspirados em astros verdadeiros como Jimi Hendrix, Sting e Billy Corgan, que sobem ao palco para cantar com você. No entanto, é bizarro ver Ozzy Osbourne cantando &#8220;La Bamba&#8221; com a voz de Ritchie Valleys. Às vezes, o jogo também comete a gafe de manter um cantor masculino em uma música de vocal feminino. A versão para Wii oferece ainda uma opção Mii Freestyle, para jogar com os avatares do console que traz mecânica bem similar a de &#8220;Wii Music&#8221;.</p>
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