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	<title>Detonado &#187; Análise PC</title>
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		<title>Análise PC: FIFA 09</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 01:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja a evolução do novo jogo FIFA Soccer, acompanhem a análise. De acordo com a empresa, &#8220;FIFA 09&#8243; traz cerca de 250 modificações em relação ao game do ano passado. Não seria muito prático, ou mesmo viável, parar para contar e conferir se isso é verdade, mas é sensível a diferença entre as versões. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/fifasoccer0923.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-567" title="fifasoccer0923" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/fifasoccer0923-300x160.jpg" alt="" width="300" height="160" /></a></p>
<p>Veja a evolução do novo jogo FIFA Soccer, acompanhem a análise.<br />
<span id="more-566"></span><br />
De acordo com a empresa, &#8220;FIFA 09&#8243; traz cerca de 250 modificações em relação ao game do ano passado. Não seria muito prático, ou mesmo viável, parar para contar e conferir se isso é verdade, mas é sensível a diferença entre as versões. O novo jogo parece muito mais moderno, bem acabado e complexo, se distanciando bastante não só de seus irmãos mais velhos &#8211; que sofreram com algumas quebras de animação, bugs e outros defeitos &#8211; mas também da concorrência, no caso a popular série &#8220;Pro Evolution Soccer&#8221; da Konami, que tecnicamente parou no tempo.</p>
<p>É possível constatar isso a qualquer momento, em qualquer partida. Os gráficos estão mais definidos, a movimentação dos jogadores está mais realista e a modelagem dos elementos que compõem as partidas está muito mais rica. Outros exemplos surgem quando os atletas levantam a mão para avisar que estão livres, quando você sente que cada um possui a massa corporal diferenciada &#8211; o que influi em sua aceleração e choque contra os adversários &#8211; e quando percebe que os goleiros conseguem se adiantar em certas jogadas ao notarem a menor hesitação, deixando o gol mais difícil de ser alcançado.</p>
<p>De certa forma, a série &#8220;FIFA&#8221;, que antes era sinônimo de diversão arcade acabou evoluindo e se tornou um simulador de respeito. É uma experiência mais mecânica e cerebral e, por isto, não tão intuitiva quanto à de &#8220;Pro Evolution Soccer&#8221;, o que deve manter a rivalidade em alta por mais tempo. Mas a EA parece ter noção de tais dificuldades e continuou investindo em um sistema de inteligência artificial que se adapta às habilidades do jogador, o que acaba funcionando de maneira bastante satisfatória, reequilibrando as partidas caso as coisas acabem ficando muito fáceis ou difíceis &#8211; e há várias opções para serem ligadas e desligadas para deixar tudo como se deseja.</p>
<p>Pacote completo</p>
<p>Detalhes do &#8216;Be a Pro&#8217;<br />
Se a mecânica ainda é capaz de dividir as opiniões dos fãs de jogos de futebol, pelo menos não dá para negar que &#8220;FIFA 09&#8243; traz conteúdo de sobra para durar o ano inteiro. Entre vários modos obrigatórios neste tipo de jogo, o grande destaque para partidas offline é o Manager Mode, que coloca o jogador no gerenciamento de um clube por vários anos. Para aqueles que jogam online, os holofotes se viram para o modo Be a Pro. Nele, cada jogador pode assumir o papel de um atleta específico no campo, exceto o goleiro, em partidas de dez contra dez &#8211; as coisas ficam bem confusas a princípio, principalmente se você não conhece nenhum de seus companheiros, mas dá para se divertir bastante a partir do momento em que o time começa a se entrosar.</p>
<p>Como grande novidade para este ano, há o Adidas Live Season, um extra que pode ser comprado através de download. O serviço registra semanalmente os resultados das partidas, transações ou contusões de jogadores, por exemplo, e atualiza as estatísticas do jogo. Há atualizações disponíveis para a Premier League (Inglaterra), a Serie A (Itália), a La Liga BBVA (Espanha), Ligue 1 (França), Bundesliga (Alemanha) e a Primeira Divisão Mexicana.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise PC: Spider-Man: Web of Shadows</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 18:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O homem-aranha em mais uma incrível aventura, acompanhem a análise. &#8220;Spider-Man: Web of Shadows&#8221; chega com a promessa de redimir a Activision justamente do fracasso do game do ano passado, tentando retomar os elementos de exploração livre e combate aéreo que fizeram o sucesso da franquia estrelada pelo herói aracnídeo. Nada muito pretensioso ou revolucionário, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/spidermanwebofshadows72.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-564" title="spidermanwebofshadows72" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/spidermanwebofshadows72-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>O homem-aranha em mais uma incrível aventura, acompanhem a análise.<br />
<span id="more-563"></span><br />
&#8220;Spider-Man: Web of Shadows&#8221; chega com a promessa de redimir a Activision justamente do fracasso do game do ano passado, tentando retomar os elementos de exploração livre e combate aéreo que fizeram o sucesso da franquia estrelada pelo herói aracnídeo. Nada muito pretensioso ou revolucionário, basicamente aumentando a escala dos combates e apresentando algumas ameaças novas ao jogador e, talvez por isso, acabe funcionando.</p>
<p>Invasão de simbiontes</p>
<p>Aqueles que acompanharam os trailers do jogo pela internet irão logo reconhecer o começo da aventura, que mostra o herói cabisbaixo em meio a uma grande batalha que toma a ilha de Manhattan, entre agentes da S.H.I.E.L.D. e civis enraivecidos dominados por simbiontes criados por Venom. A partir daí, temos uma breve recapitulação que mostra como tal cenário de caos se originou, em paralelo a eventos mais corriqueiros do submundo do crime do universo da Marvel.</p>
<p>O Aranha, além de sua tradicional roupa azul e vermelha, também ganha de volta seu uniforme negro em um combate contra seu arquiinimigo, o que lhe garante força maior e alguns truques extras, cabendo ao jogador trocar a qualquer momento para tirar melhor proveito das situações. Logo, ele também passa a espalhar casulos pela cidade que começam a dominar civis e até mesmo algumas figuras importantes do universo Marvel. Isto acaba impondo algumas escolhas morais no decorrer da aventura que podem mantê-lo no caminho do bem ou levá-lo para o mal, com algumas conseqüências devastadoras em alguns dos vários finais. No meio disso tudo, espere encontrar, enfrentar ou mesmo contar com a ajuda de figuras como Wolverine, Luke Cage, Viúva Negra, Cavaleiro da Lua, Rino, Abutre e o Dr. Octopus.</p>
<p>Pena que, com tanta coisa acontecendo, a narrativa acabe se apresentando de forma tão rasa e desleixada, provando ser o ponto mais fraco do game. Qualquer fã dos quadrinhos ficará de cabelos em pé ao notar que Mary Jane grita, estando próximo ao Aranha, o nome de Peter no meio da rua para que todos possam ouvir, enquanto o herói não parece ter a menor hesitação ao arremessar veículos com civis dentro contra inimigos super poderosos.</p>
<p>E não é apenas uma questão de fidelidade à fonte; o roteiro é extremamente pobre, que nunca faz questão de explicar direito as coisas e ainda conta com alguns diálogos lastimáveis &#8211; tornados ainda piores pela dublagem, de gosto duvidoso, que dá ao protagonista uma voz irritante parecida com a de um garoto que acabou de entrar na puberdade.</p>
<p>Balançando pela cidade</p>
<p>O fraco roteiro se mostra ainda mais raso quando tenta justificar o esquema de missões do jogo. Geralmente você vai encontrar algum herói, que irá lhe ensinar alguma coisa e dar algo para fazer. Você vai salvar um número determinado de civis, lutar contra outra quantidade estipulada de inimigos, talvez ser obrigado a realizar algumas manobras mais complicadas, para depois ter que repetir tudo de novo até o final do jogo.</p>
<p>O estranho é que por menos inspirado e repetitivo que seja este esquema, não chega a ser enjoativo. Os controles são tão fáceis e intuitivos que se torna um grande prazer cruzar as cidades dando piruetas ou grandes saltos para a morte, parando ocasionalmente para socar alguns malfeitores. Dá para ficar muito tempo fazendo isso, sem grandes ambições ou preocupações, apenas em busca de itens para aumentar o nível do herói (ganhando mais energia) e meios para ganhar experiência e habilitar golpes e combos &#8211; estes, aliás, também muito simples, realizados com apenas alguns botões.</p>
<p>É um caso em que a mecânica triunfa sobre todo o resto. Mesmo com o enredo batido, há muito com o que se divertir. As batalhas aéreas são especialmente empolgantes, uma vez que você pode emendar várias seqüências com poucos golpes e toques de botão. Neste aspecto, &#8220;Spider-Man: Web of Shadows&#8221; consegue o feito que poucos jogos de super-heróis conseguem: o de fazer com que o jogador sinta que realmente tem poderes, mas ainda assim criar alguns desafios. Infelizmente isto não ocorre com tanta felicidade no Wii, que sofre muito com a imprecisão dos controles sensíveis, que faz com que às vezes não compreenda bem os comandos.</p>
<p>A câmera, que poderia ser um fator determinante, se mantém discreta. Totalmente livre, mesmo que se posicione de uma maneira errada, pode ser facilmente ajustada. O que deixa mesmo a desejar é a taxa de quadros de animação, que às vezes é um pouco inconstante demais, principalmente se levarmos em consideração que o jogo não é um dos mais belos e chamativos do mercado, se mantendo apenas na medida do aceitável para não criar distração negativa &#8211; e novamente a versão do Wii parece sofrer bem mais, uma vez que tem pretensões maiores do aparentemente seu hardware foi capaz de exibir.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise PC: Bionic Commando: Rearmed</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 16:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja a volta de um clássico com nova roupagem, acompanhem a análise. Velha escola Se você é fã do &#8220;Bionic Commando&#8221; original, pode ir fundo sem medo. O novo jogo é praticamente uma cópia turbinada do clássico, perfeita para os saudosistas e aqueles que não dispensam um bom desafio no que diz respeito a ação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/bioniccommandorearmed24.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-561" title="bioniccommandorearmed24" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/bioniccommandorearmed24-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Veja a volta de um clássico com nova roupagem, acompanhem a análise.<br />
<span id="more-560"></span><br />
Velha escola</p>
<p>Se você é fã do &#8220;Bionic Commando&#8221; original, pode ir fundo sem medo. O novo jogo é praticamente uma cópia turbinada do clássico, perfeita para os saudosistas e aqueles que não dispensam um bom desafio no que diz respeito a ação com plataformas. O novo herói se chama Nathan &#8220;Radd&#8221; Spencer, mas poderia ser o bom e velho Super Joe, já que ambos dependem basicamente de seu gancho de mil e uma utilidades.</p>
<p>Como no clássico, você não pode saltar e depende do braço/gancho de Radd para quase tudo. Assim, você dispara contra plataformas, postes e outros objetos para alcançar níveis mais altos, como pode também se prender a caixas ou barris, para ultrapassar obstáculos. Com algumas melhorias feitas ao passar da aventura, você deixa o instrumento ainda mais poderoso, utilizando-o mais freqüentemente também para rebater tiros inimigos ou para agarrá-los e lançá-los longe.</p>
<p>Há ainda algumas opções de armas diferentes além de seu rifle inicial, mas não há tantos inimigos que criem grandes desafios. O grande foco no game é, definitivamente, utilizar o gancho com sabedoria, e balançar pelas plataformas como um Tarzan ou Indiana Jones tecnológico, para encontrar itens escondidos e outras surpresas nos cantos mais inacessíveis. E tudo funciona incrivelmente bem, apesar de um ou outro momento de imprecisão do direcional.</p>
<p>Além da ação principal, o jogo exibe outros elementos que diversificam a mecânica, como as fases com visão superior, com o objetivo de chegar até o helicóptero no final, ou os diálogos ao computador, que apresentam minigames para &#8220;hackear&#8221; os computadores inimigos. São pequenas distrações que, apesar de não serem memoráveis, ajudam ainda mais no resgate do clima do original, criando não só um maior envolvimento, mas também um respiro na ação e um descanso para os dedos.</p>
<p>Novo padrão</p>
<p>Não é só cuidado em respeitar o original que chama a atenção em &#8220;Bionic Commando: Rearmed&#8221;. O capricho técnico também é impressionante e é possível arriscar dizer que este é jogo feito especialmente para as plataformas de download dos consoles desta geração mais bem polido até então.</p>
<p>Os gráficos são muito bem construídos, em 3D, que recriam com muito carinho o design original, com cores vibrantes e muitos detalhes. Há um sistema de física bem eficiente, que atua não só sobre os corpos dos inimigos, mas também sobre o balanço do personagem e de outros objetos com os quais ele interage, além de vários efeitos especiais, como explosões e espectros luminosos. Tudo isso sem apresentar problemas de queda de quadros ou lentidão. Isto sem contar a música, com a trilha remixada, que não só embala a ação, mas consegue ser bastante diversificada e contundente no contexto retrô da aventura, trabalhando bem em conjunto com alguns efeitos sonos propositalmente antiquados.</p>
<p>A inteligência artificial também é digna de nota, com oponentes que conseguem prever com certa eficiência seus próximos passos e se adaptam ao modo cooperativo para dois jogadores. Este, aliás, é uma exclusividade para partidas locais, mas há modos online para até quatro participantes em estilo competitivo, em que devem utilizar suas habilidades com as armas e o gancho para alguns mata-matas bem afiados.</p>
<p>O jogo ainda se dá ao luxo de apresentar alguns extras ilustres, que lembram as VR Missions de &#8220;Metal Gear Solid&#8221;. São vários estágios apresentados apenas em &#8220;wireframe&#8221;, ou seja, sem texturas (como o nome diz, parece estruturas de arame), com desafios variados e que aumentam consideravelmente a vida útil do título. Há algumas partes bastante desafiadoras e que ocupam um bom tempo, fazendo valer a pena o investimento mesmo depois de a campanha principal ter sido completada.</p>
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		<title>Análise PC: LEGO Indiana Jones: The Original Adventures</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 16:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre nessa aventura com os bonecos do Lego, acompanhem a análise. A trilogia clássica &#8220;Os Caçadores da Arca Perdida&#8221;, &#8220;Indiana Jones e o Templo da Perdição&#8221; e &#8220;Indiana Jones e a Última Cruzada&#8221; podem parecer jurássicos para parte do público atual, mas os jogadores mais calejados com certeza terão ótimas lembranças e se divertirão mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/legoindianajones14.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-557" title="legoindianajones14" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/legoindianajones14-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Entre nessa aventura com os bonecos do Lego, acompanhem a análise.<br />
<span id="more-556"></span><br />
A trilogia clássica</p>
<p>&#8220;Os Caçadores da Arca Perdida&#8221;, &#8220;Indiana Jones e o Templo da Perdição&#8221; e &#8220;Indiana Jones e a Última Cruzada&#8221; podem parecer jurássicos para parte do público atual, mas os jogadores mais calejados com certeza terão ótimas lembranças e se divertirão mais com as referências e o bom humor da série.</p>
<p>O jogo começa com as seqüências iniciais de &#8220;Caçadores&#8221;, apresentando Indy e seu ajudante Satipo em busca de um ídolo de ouro nas florestas da América Central. O herói, na clássica cena em que substitui a estátua por um saco com terra, aqui utiliza uma peça de plástico como estepe. Não precisa dizer que a estratégia também não dá certo e eles são obrigados a correr feito loucos &#8211; inclusive da gigantesca bola de pedra &#8211; até que são cercados pelo rival do protagonista, Belloq, e seus homens. Indiana bem que tenta entregar a cabeça do robô C-3PO para o vilão, em vez do artefato de ouro, mas isto também falha e ele precisa fugir ao lado de seu amigo piloto até um avião e partir dali.</p>
<p>É uma fase inicial bem simples, que serve como uma ótima demonstração do que vem a seguir. Ali você vê como será necessário trocar de personagens a qualquer momento, para utilizar suas habilidades únicas, como pular mais alto, cavar ou passar por passagens apertadas. Também fica conhecendo o estilo do humor, que faz piada em cima de situações clássicas da franquia e ainda arruma tempo para buscar referências em outras fontes. E vê, além de tudo mais, como há pecinhas a serem colecionadas e itens a serem montados, deixando aquele tipo de jogador mais perfeccionista em pânico.</p>
<p>Mais do mesmo</p>
<p>Se você já jogou &#8220;LEGO Star Wars&#8221; conhece bem o esquema. Depois da fase inicial, você pode visitar o Bartlett College, que a exemplo da Mos Eisley Cantina, na saga espacial, funciona como o ponto central do jogo &#8211; ali você pode escolher entre as campanhas dos três filmes na ordem que quiser explorar, pode rever vídeos, criar seus próprios personagens, entre outras coisas.</p>
<p>Não houve nenhuma grande inovação e este pode ser considerado o ponto fraco do game. O que parece é que desta vez houve um foco maior na exploração dos cenários e na interação entre os personagens. Em vez de enfrentar muitos inimigos, você ficará mais preocupado em descobrir quem é o indicado para tal situação e onde deve pular ou que botão deve apertar para chegar até o final da fase &#8211; além habilidades distintas, alguns personagens, por exemplo, têm medo de cobras ou aranhas, e não podem ser usados diante destes animais. Continua a ser divertido, mas é apenas uma pequena mudança na mecânica, e não uma evolução da idéia.</p>
<p>Mas não dá pra reclamar muito. &#8220;LEGO Indiana Jones&#8221; é tão bacana que você nem se preocupa se ele está repetindo fórmulas. Você pode se juntar a algum amigo a qualquer momento e sair coletando milhares de pecinhas pelos cenários, usadas para habilitar dezenas de personagens e outras surpresas. É uma ação tão leve e empolgante que você nem vê o tempo passar, o que melhora com a variedade dos cenários e da progressão de dificuldade em certos enigmas e trechos de plataforma.</p>
<p>Como o design não pede grandes efeitos, a apresentação é bastante satisfatória e cresce bastante com a genial trilha sonora criada pelo maestro John Williams, incluindo, claro, o tema do herói. Ele e seus companheiros, aliás, foram modelados de uma maneira bastante engraçada, como caricaturas de suas contrapartes de carne e osso, e roubam a cena, ainda mais devido à simplicidade de alguns cenários, que contam com algumas texturas bem pobres e sem vida.</p>
<p>Há também ocasionais problemas de &#8220;tearing&#8221;, que é aquele efeito dá a impressão de haver um corte na tela devido à lentidão na atualização do vídeo, e alguns ângulos de câmera que atrapalham pulos mais arriscados. Mas o ponto que mais incomoda é a falta de algum componente online para aumentar a vida útil do jogo, que sobrevive apenas do modo free play, esperando que você volte por todas as fases para pegar todos os itens deixados para trás.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Analise PC: The Witcher</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 16:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um garoto foi treinado para ser um caçador de monstros, acompanhem a análise. Decisões importantes O que logo chama a atenção em &#8220;The Witcher&#8221; é sua falta de amarras no que diz respeito a uma linha narrativa. Ele abre com um vídeo que não diz muita coisa, apenas para apresentar Geralt, o tal Witcher, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/thewitcher149.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-554" title="thewitcher149" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/thewitcher149-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Um garoto foi treinado para ser um caçador de monstros, acompanhem a análise.<br />
<span id="more-553"></span><br />
Decisões importantes</p>
<p>O que logo chama a atenção em &#8220;The Witcher&#8221; é sua falta de amarras no que diz respeito a uma linha narrativa. Ele abre com um vídeo que não diz muita coisa, apenas para apresentar Geralt, o tal Witcher, um caçador de monstros que foi treinado para tal tarefa desde pequeno e, para isto, teve que abandonar parte de sua humanidade.</p>
<p>Assim como o protagonista, o universo do jogo não mostra uma linha bem definida entre o bem e o mal. Não há necessariamente heróis e vilões, um lado negro como em &#8220;Knights of the Old Republic&#8221;, por exemplo. Geralt começa com a memória apagada e aos poucos vai traçando seu caminho, de acordo com suas escolhas, e no fim vai ver onde isto vai dar &#8211; pois, claro, tudo tem conseqüências, e algumas podem acabar em tragédias, mesmo que aparentemente não tão imediatas.</p>
<p>Apesar do tradicional universo de criaturas míticas européias, como elfos e goblins, ser bem batido, como não há uma barreira bem definida entre facções do bem ou do mal, tudo é bastante livre e Geralt tem aí sua chance de brilhar.</p>
<p>Combate diferente</p>
<p>O sistema de combate de &#8220;The Witcher&#8221; é parecido com o de muitos RPGs do mercado, mas também tem alguns toques bem originais. A princípio ele é bem insólito: você ataca ao clicar no inimigo e precisa esperar até que a animação do seu ataque acabe e apareça um novo ícone na tela para emendar outro golpe. Não é uma das coisas mais intuitivas do mundo, mas rapidamente você consegue pegar o jeito e ainda desferir alguns combos e movimentos finalizadores bem violentos.</p>
<p>Há ainda a necessidade de trocar de posição de ataque, de acordo com o tipo de inimigo a ser enfrentado, como aqueles com armaduras pesadas ou os que têm ataques mais rápidos. A coisa só complica um pouco quando é necessário enfrentar vários oponentes ao mesmo tempo, pois este sistema nunca parece ser dinâmico o suficiente, mas não chega a ser frustrante, principalmente quando seu poder de fogo ficar maior.</p>
<p>Há também muitas opções para personalizar Geralt. Quem já jogou &#8220;Diablo&#8221; ou qualquer outro RPG de computador está familiarizado com a tela de inventário, que conta com uma série de lacunas para equipamentos, poções especiais e árvores com atributos e habilidades que garantem poderes ao caçador de monstros. As poções, em especial, são um aspecto muito importante no jogo, uma vez que garantem bônus fundamentais para o sucesso de Geralt nas dificuldades maiores, e elas podem ser criadas através da coleta de materiais pelo mundo.</p>
<p>Rodando macio</p>
<p>&#8220;The Witcher&#8221; utiliza uma versão bem recente e otimizada do motor gráfico Aurora, que não faz feio. A abertura, infelizmente, dá a impressão errada, como se fosse um trabalho mal feito da Blizzard, mas ao explorar melhor o conteúdo é possível notar que ele é rico em detalhes gráficos, principalmente em texturas e efeitos de luz, e não é muito pesado em uma máquina de médio porte.</p>
<p>Há alguns problemas de colisão chatos, como se os personagens flutuassem em algumas ocasiões, e ainda bugs mais sérios, como congelamento de tela, que são em boa parte solucionados com a instalação de atualizações. Assim, tecnicamente, o ponto fraco do jogo cai nas costas do áudio, que não traz nada de empolgante, além de contar com um trabalho de dublagem fraco e algumas legendas com erros de digitação.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise PC: Command &amp; Conquer 3: Kane&#8217;s Wrath</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 16:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise PC]]></category>
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		<description><![CDATA[Desvende os mistérios desse jogaço de estratégia, acompanhem a análise. Jogando com os vilões Ao contrário dos outros jogos da franquia, a campanha principal de &#8220;Kane&#8217;s Wrath&#8221; se volta totalmente para a Irmandade de Nod, com 13 missões dividas em três atos. O primeiro destes é o mais interessante, uma vez que mostra aos fãs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/commandandconquer3kaneswrath50.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-551" title="commandandconquer3kaneswrath50" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/commandandconquer3kaneswrath50-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Desvende os mistérios desse jogaço de estratégia, acompanhem a análise.<br />
<span id="more-550"></span><br />
Jogando com os vilões</p>
<p>Ao contrário dos outros jogos da franquia, a campanha principal de &#8220;Kane&#8217;s Wrath&#8221; se volta totalmente para a Irmandade de Nod, com 13 missões dividas em três atos. O primeiro destes é o mais interessante, uma vez que mostra aos fãs o que realmente aconteceu com o vilão entre os eventos finais de &#8220;Command &amp; Conquer: Tiberium Sun&#8221; e a expansão &#8220;Firestorm&#8221;, quando foi considerado morto, e seu súbito retorno no início de &#8220;Command &amp; Conquer 3: Tiberium Wars&#8221; &#8211; lembrando que &#8220;Command &amp; Conquer: Generals&#8221; e &#8220;Zero Hour&#8221;, que foram lançados entre estes jogos, não fazem parte do cânone da série e constituem uma realidade alternativa, assim como o que acontece com os &#8220;Red Alert&#8221;.</p>
<p>Se isso já parece confuso para aqueles que não são íntimos da mitologia da saga, tudo fica ainda mais complicado quando os atos seguintes dão saltos no tempo para mostrar eventos paralelos ou futuros ao que ocorre em &#8220;Tiberium Wars&#8221;. Há muita intriga, traições e maquinações, mas só os fãs mais fervorosos (e com boa memória) conseguirão curtir todas as referências.</p>
<p>Como andar de bicicleta</p>
<p>Mesmo que você não se lembre da história ou simplesmente não dê importância para isto, jogar &#8220;Kane&#8217;s Wrath&#8221; é como jogar qualquer outro exemplar da série. Você constrói sua base próxima a alguma reserva energética, forma seu exército e uma estrutura básica para ter tudo rodando lisinho e parte para cima do inimigo da maneira mais rápida e brutal possível.</p>
<p>Algumas vezes parece que o jogo valoriza mais seus reflexos com o mouse do que sua capacidade de traçar uma estratégia, pois muitas vezes é só uma questão de ter o maior número de unidades possível atacando para vencer, por mais estúpida que seja a sua abordagem diante do inimigo. Pode parecer um ponto negativo mas, na verdade, esse sempre foi o estilo da série, e aqui não é diferente.</p>
<p>Como a ação é virtualmente idêntica aos jogos anteriores, a EA tentou dar novos ares à franquia introduzindo novas facções. Além das principais, GDI, Nod e a alienígena Scrin, cada uma delas recebeu duas ramificações &#8211; da GDI surgiram a Steel Talons e a Zocom; da Nod surgiram a Black Hand e a Marked of Kane e da Scrin surgiram a Reaper-17 e a Traveler-59.</p>
<p>Como só é possível jogar com as forças de Nod na campanha para um jogador, as facções que não aparecem no modo principal podem ser utilizadas no modo Skirmish, de missões livres, em partidas online e no novo modo, o Global Conquest, que se baseia em jogos de tabuleiro ao estilo &#8220;War&#8221;, só que com as batalhas ocorrendo em tempo real. Como é de se esperar, todas têm características particulares, mas o design de nenhuma delas é especialmente inspirado ou cativante. Na verdade, não há grandes mudanças na mecânica geral entre uma e outra, a não ser que você seja um veterano jogador da série e participe de partidas online.</p>
<p>Como se trata de uma expansão, os gráficos e o som seguem o mesmo padrão do jogo original, assim como a performance na máquina. Desta vez, o elenco é reduzido e, além da participação de Kucan, há ainda a presença dos atores Carl Lumbly, da série &#8220;Battlestar Galactica&#8221;, e Natasha Henstridge, do filme &#8220;A Experiência&#8221;.</p>
<p>Entretanto, não há a sensação de ser um produto inferior ou feito às pressas, no que diz respeito à produção. Para incrementar ainda mais o pacote e atiçar a curiosidade dos fãs, a EA ainda encartou um cupom com um número serial para que os compradores possam participar da fase beta de &#8220;Red Alert 3&#8243;.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise PC: Turning Point: Fall of Liberty</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 14:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja o que aconteceria se os nazistas vencessem o DIA D, acompanhem a análise desse jogo. Na realidade alternativa do jogo, o primeiro-ministro inglês Winston Churchil, uma das figuras-chave do conflito, morreu em um acidente em Nova York, oito anos antes do início da guerra. Sem sua liderança, as forças nazistas derrotam as tropas britânicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/fallofliberty76.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-548" title="fallofliberty76" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/fallofliberty76-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Veja o que aconteceria se os nazistas vencessem o DIA D, acompanhem a análise desse jogo.<br />
<span id="more-547"></span><br />
Na realidade alternativa do jogo, o primeiro-ministro inglês Winston Churchil, uma das figuras-chave do conflito, morreu em um acidente em Nova York, oito anos antes do início da guerra. Sem sua liderança, as forças nazistas derrotam as tropas britânicas em 1940 e conquistam a Europa, Ásia e África em pouco tempo. Em 1953, a Luftwaffe, força-aérea alemã da época, surge em um grande ataque-surpresa a Nova York, arrasando vários ícones da cidade, como a Estátua da Liberdade e o edifício Chrysler.</p>
<p>Você assiste a tudo isso na pele do operário de um prédio em construção que logo no primeiro estágio é pego de surpresa pelo ataque e deve chegar até o nível da rua para encontrar abrigo. Ainda que breve e sem maiores explicações, é uma introdução extremamente eficiente uma que passa muito bem a sensação de estar no lugar errado, na hora errada, sem saber bem o que fazer. Com um ataque tão brutal e ligeiro, ver seus companheiros caindo para a morte, assim como a chegada das tropas inimigas é algo muito intenso e cria uma ótima primeira impressão, que não consegue se sustentar por muito tempo.</p>
<p>Herói da resistência</p>
<p>Apesar do ótimo começo, logo &#8220;Turning Point&#8221; começa a entregar sua verdadeira natureza. Nos estágios seguintes fica claro que o interessante tema foi utilizado como muleta para uma mecânica de jogo que não tem nada de novo a oferecer. Você vai andar sempre por traçados lineares e cumprir objetivos batidos, como plantar bombas ou defender trincheiras. É um jogo de tiro em primeira pessoa que utiliza de elementos de vários jogos de sucesso como &#8220;Medal of Honor&#8221;, &#8220;Call of Duty&#8221; e &#8220;Return to Castle Wolfenstein&#8221;, mas sem superá-los em momento algum.</p>
<p>Isto não quer dizer que o jogo não funcione ou não seja divertido. De sua maneira, digamos, básica de ser, tudo funciona corretamente. Ainda que haja alguns probleminhas com o equilíbrio das armas e a falta de uma interface intuitiva, os combates são ágeis e os inimigos oferecem um bom grau de desafio. A história e os personagens não irão cativá-lo, mas cumprem seus papéis de maneira competente graças ao clima cinematográfico.</p>
<p>Há algumas passagens bem empolgantes, não só durante as cenas pré-gravadas, mas também durante a ação, graças a um botão que agarra os inimigos os mata instantaneamente ou os coloca como escudos humanos, colocando alguma dinâmica nos combates. E assim, aos trancos e barrancos, o jogo eventualmente irá empurrá-lo até o final &#8211; claro que se você for amante dos jogos de tiro, será seduzido mais rapidamente.</p>
<p>No calor da batalha</p>
<p>Nos aspectos técnicos, &#8220;Turning Point&#8221; também tem seus altos e baixos. O grande ponto positivo é a recriação da época, com a cidade de Nova York (ou pelo menos seus grandes marcos) feita de maneira detalhada. Os modelos de personagens, veículos e armas também tem visuais bastante ricos e que, aliados aos efeitos sonoros imponentes, conseguem dar uma ótima sensação de envolvimento durante a aventura. Esses elementos, em momentos repletos de explosões e escombros voando pelos ares, com certeza criam certa empolgação.</p>
<p>O que arranha a apresentação técnica são os constantes momentos de lentidão, quando há muitos personagens na tela. Há ainda outros problemas, como texturas que demoram a aparecer ou alguns problemas de colisão que fazem com que a imersão não seja tão completa quanto poderia, afinal, outros jogos já apresentaram gráficos mais vistosos sem tanta dificuldade.</p>
<p>Para os fãs do gênero, essas questões técnicas não devem pesar tanto quanto a falta de outras opções de jogo. Além da campanha principal, há somente um modo de extras com galerias a serem habilitadas e um multiplayer extremamente pobre, com o mata-mata padrão e nenhum outro tipo de novidade, que não suporta comparação com a maioria dos concorrentes atualmente no mercado.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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		<title>Análise PC: Frontlines: Fuel of War</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 14:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Detonados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise PC]]></category>
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		<description><![CDATA[Acompanhem a análise desse jogaço de tiro em primeira pessoa. Mundo em colapso O cenário do jogo é introduzido de maneira simples e direta, explicando que o mundo entrou em crise com a escassez de combustíveis fósseis. Mercados ruíram, a sociedade entrou em decadência e o mundo foi dividido entre duas potências, a Red Star [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/frontlinesfuelofwar82.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-545" title="frontlinesfuelofwar82" src="http://www.detonado.org/wp-content/uploads/2008/12/frontlinesfuelofwar82-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Acompanhem a análise desse jogaço de tiro em primeira pessoa.<br />
<span id="more-544"></span><br />
Mundo em colapso</p>
<p>O cenário do jogo é introduzido de maneira simples e direta, explicando que o mundo entrou em crise com a escassez de combustíveis fósseis. Mercados ruíram, a sociedade entrou em decadência e o mundo foi dividido entre duas potências, a Red Star Alliance, formada pela China e a Rússia, e a Western Coalition, que inclui os EUA e a União Européia. O ano é 2024 e um jornalista é o encarregado de documentar um conflito que ocorre entre estas duas forças em um dos últimos pontos de extração de petróleo do planeta, e suas conseqüências.</p>
<p>Diante da tensão do conflito, o jogador inicia a exploração do modo de campanha, que é relativamente curto e funciona como uma grande sessão de treinamento. Com um punhado de missões você aprende tudo o que precisa saber para ser um guerreiro eficiente, independente do estilo que traçar, mas infelizmente não terá nenhuma outra satisfação. Isto porque o fiapo de roteiro está presente somente para criar uma ligação entre as missões, falhando em criar situações que gerem emoção ou personagens carismáticos.</p>
<p>Batalha campal</p>
<p>Sem dar maior importância à narrativa, fica óbvio que a equipe de desenvolvedores preferiu canalizar seus esforços na mecânica do jogo e seus recursos. E por mais tempo e dinheiro que eles possam ter gasto, não parece que foram muito longe em busca de inspiração, uma vez que o jogo tem uma mecânica muito similar à de &#8220;Battlefield 2&#8243;, por exemplo, com grandes mapas e vários veículos, e à de &#8220;Ghost Recon Advanced War Fighter&#8221;, do qual vários modelos parecem ter sido copiados descaradamente.</p>
<p>Mesmo sem ambições de colocar à mesa algo inovador, &#8220;Frontlines&#8221; consegue agradar porque conseguiu emular direitinho as características que buscou nos concorrentes. Os mapas são grandes e oferecem diversos pontos de ataque, deixando as estratégias bem dinâmicas. Os objetivos, como acessar computadores ou destruir armas, vão surgindo sucessivamente à medida em que outros são completados, sempre na tentativa de expandir o território ocupado por seu lado do conflito.</p>
<p>Além do grande arsenal, que inclui armas inusitadas como &#8220;drones&#8221; &#8211; aviões miniaturas ou minitanques de guerra controlados por controle remoto, como em &#8220;GTA&#8221; &#8211; e veículos como jipes blindados, tanques de guerra, helicópteros e caças, há várias opções de classes para seu soldado, dependendo do seu estilo de jogar: você pode ser um atirador de elite ou um soldado anti-blindagem. Nada que fuja do óbvio, vale lembrar. No meio disso tudo há ainda quatro papéis que você pode desempenhar em sua equipe, como ser o responsável pelo suporte aéreo ou pelo controle dos drones, que ganham ainda mais profundidade com um sistema de níveis, que recompensa o jogador com melhorias no equipamento.</p>
<p>Por causa de tantas opções, o jogo consegue compensar sua narrativa fraca e seu visual pouco sedutor. Veja bem, os gráficos não são feios, há muitos detalhes nos cenários e nos personagens, assim como o áudio, que funciona bem, criando um grande impacto através da trilha rock&#8217;n roll e de alguns efeitos impactantes. Mas não são de encher os olhos ou fazer com que as pessoas ao redor parem para ver o que você está jogando. E, desta forma, com uma apresentação competente, mas nada inspirada, &#8220;Frontlines&#8221; consegue ser divertido, principalmente em sua campanha principal, com combates intensos, os controles precisos e sempre com muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.</p>
<p>Multiplayer quebrado</p>
<p>Com a campanha principal para um jogador deixada de lado a favor de uma mecânica de jogo ampla e com várias possibilidades, haveria de esperar um modo multiplayer matador, não é mesmo? Em tese, com certeza ele pode ser, mas não foi bem o que deu para encontrar.</p>
<p>Como o jogo oficialmente suporta até 50 jogadores no mesmo mapa pela Xbox Live (a versão para PC suporta até 64), os jogos são centralizados em servidores da THQ, que aparentemente não estão dando contra do serviço. Durante nossos testes encontramos uma série de problemas, como desconexões inesperadas, dificuldades para acessar as partidas e grande tempo de resposta, o que é imperdoável em um jogo de tiro. Ainda que seja possível criar jogos para menos pessoas, jogar &#8220;Frontlines&#8221; em multiplayer ainda não é uma experiência das mais fáceis ou recompensadoras, principalmente para brasileiros, o que ainda pode ser consertado com alguns ajustes por parte da empresa.</p>
<p>Fonte: Site UOL</p>
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